#VSDCHILE | GUIA DE VIAGEM AO CHILE | CERRO SANTA LUCIA


Guia de Viagem – Chile | Postagem 03 de 10

Esse é a terceira matéria desse “Guia de Viagem ao Chile”. Hoje falaremos sobre um dos lugares que mais gostei, pertinho da região central – o Cerro Santa Lucia. Mas antes, te convido a fazer a leitura da primeira e da segunda matéria dessa série, para que você se situe e acompanhe todo o processo em detalhes.

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Esse artigo foi patrocinado pela @PocketAgency | Idealizadores do projeto #ViagemSemDestino

Não canso de repetir o quanto Camilla e eu fomos abençoadas acerca de nossa hospedagem. Estávamos em um local muito seguro e com uma acessibilidade sensacional. E dentre os lugares acessíveis à nossa hospedagem, está o Cerro Santa Lucia. 


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Era Segunda-feira. Saímos do apartamento por volta das 11h40 da manhã. Tínhamos objetivos bem traçados. Num primeiro momento, nosso plano era passar o dia conhecendo o Cerro Santa Lucia. Entretanto, estávamos igualmente abertas às surpresas que sempre ocorrem durante os trajetos de viagens. E mesmo Santa Lucia sendo o ponto alto desse dia, valeu bastante a pena conhecer arredores.

Cerro Santa Lucia - Blog da Lira

Nossa primeira parada foi na Plaza de Armas. Aos que estão indo ao Chile, vale a pena mencionar que essa praça está exatamente no centro da cidade. Digamos que ela é um excelente ponto de partida aos que pretendem fazer um City Tour em um prazo menor do que o nosso. A passagem pela Plaza de Armas, vale a pena! A vista é impressionante. Os projetos arquitetônicos fazem uma mistura muito inteligente e proposital do neo-clássico, colonial e arquitetura contemporânea.

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Do centro da praça, temos acesso visual ao Correio Central, a Catedral Metropolitana (que assim como acontece em São Paulo -na Catedral da Sé- é considerado pelos Chilenos o principal templo católico da cidade. Vale mencionar também, que, ali pertinho tem o Palácio Real (que a propósito, agrega Museu da História Nacional.

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Pra quem curte conhecer a história dos lugares que visita, vale muito a pena dar uma passadinha para conhecer). Acabamos não adicionando essa exploração histórica em nosso itinerário. Mas assim que retornar ao Chile, pretendo fazê-lo.


Curiosidades:

  • Todas as noites, artistas de rua se reúnem na Plaza de Armas para apresentações solos e em grupo; música, dança, circo… Um pouquinho de tudo!

  • Arredores, há muitas bancas, lanchonetes e restaurantes com culinária local e temática. Recomendo a Peruana, porque a comida chilena não é muito boa, ainda mais aos brasileiros.

  • Os cachorros-quentes chilenos têm guacamole. São estranhos. Mas dá pra comer, tranquilamente. Na época, não era vegetariana. E apesar de ser vegetariana hoje em dia, não me considero radical.

  • Outra coisa diferente sobre os chilenos, é que as crianças tomam banho nas fontes. E os cavalos do exército Chileno, bebem água nessas mesmas fontes. É bem diferente ver uma cena como essa. Mas é bonito, ao mesmo tempo.

  • As praças estão sempre muito cheias. Gente de todo o mundo! E muitos chilenos ficam deitadinhos, vivendo como se não houvesse amanhã, especialmente na hora do almoço.

  • Não sabemos dizer se é comum, mas -pelo menos na região central- os coletores de lixo passam todos os dias. E alguns cidadãos defecam e fazem xixi em público. Vimos isso algumas vezes durante a viagem. Não sabemos dizer se é uma questão cultural, ou educacional. Alguém sabe?


Uma pausa para um lanche:

Continuando nossa caminhada, passamos pela Sociedad Nacional de Agricultura, Teatro Municipal de Santiago, Starbucks Coffe e demos de cara com uma Panaderia Paradiso. E preciso anexar algumas informações sobre esse momento importante, cujo alimentamos nossas pequenas dragas, qual a sociedade moderna chama de estômago.

Assim que vi a Padaria Paradiso, pensei: “Cinema Paradiso”. E quando pensei em “Cinema Paradiso”, já logo quis conhecer! Mas no fim das contas, não tinha tanto a ver com a película. É uma franquia comum de pães, bolos, cafés, e todas essas coisas que a gente encontra em padarias. A propósito, Camilla e eu fizemos boas escolhas. Eu comi uma espécie de empanada (esqueci o nome do negócio e perdi a nota, gente!), um potinho de frutas e um suco. Tudo estava excelente, de verdade.


Satisfeitas, seguimos nosso trajeto. Dessa vez, sem muitas pausas, rumo ao Cerro Santa Lucia. Lá, já avistamos a “Feira Indígena” (a propósito, vale a pena conhecer! Mas esteja atento aos horários, porque fecha bem cedo).

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A Feira Indígena

Num primeiro momento, não parecia ser nada especial. Mas quando entramos no espaço, percebemos que ficou mais frio. E então, um dos atendentes nos disse que aquele espaço e todas as rochas a nossa volta, eram na verdade, uma caverna em perfeito estado de conservação, que tornou-se uma área comercial dos comerciantes chilenos independentes. Essa informação fez meu coração bater mais forte!

Passeamos pelo lugar, fizemos algumas pequenas comprinhas (no caso, comprei chocolates artesanais). A Camilla comprou uma miniatura de “Moai”. Foi bem legal, já nesse primeiro momento. A única observação, é que alguns dos comerciantes não permitem ser fotografados. Foi a primeira vez que aconteceu em toda a viagem. Acho que vale mencionar, pra evitar de levarem a bronca que levei (risos). Num geral, são todos muito acolhedores e atenciosos.

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Entramos no Cerro.

Passando pelo primeiro portal, já avistamos uma senhora sentada em uma mesa recolhendo assinatura dos visitantes. Assinamos e partimos rumo à nossa subida (que cá entre nós, exigiu muita disposição).

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Trocentos milhões de lances de escada. Várias entradas e saídas. Arborizadíssimo. Uma arquitetura de cair o queixo! Cada lance de escada, era uma pausa para contemplar os detalhes maravilhosos, contemplar a natureza e claro, fazer muitas fotos e vídeos bacanas. Não sei dizer quanto tempo levamos para subir o Cerro até o ponto mais alto. Porém, paramos várias vezes. O que tornou nossa subida super tranquila. Quase morri várias vezes, mas passo bem (risos).

Não lembro ao certo o ponto, mas paramos para comprar uma água e provar uma espécie de “raspadinha” chilena. Olha, aquela coisa é realmente boa e refrescante (e baratinho!). Nesse primeiro momento, queríamos subir até o topo. Então, não demos pausas tão longas. No máximo 15 minutos. Mas o auge foi -para mim- a descida.

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Fomos descobrindo tantas coisas pelo caminho. Há tantos caminhos e possibilidades lá dentro, que como Camilla e eu estávamos conversando no caminho, num único dia não é possível conhecer o Cerro inteirinho. Alguns dias, seriam necessários. São muitos detalhes. Rico demais! Um paisagismo memorável.

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Paramos novamente para mais uma raspadinha e para simplesmente contemplar. Foi especial. Esse momento, foi um dos mais especiais de toda a viagem. Essas pausas são vitais pra mim. Depois de mais alguns lances de escada, ficamos sentadinhas em um muro de lá, que nos proporcionou olhar o trânsito chileno por uma outra perspectiva. Ficamos ali, vendo a vida passar com maestria.

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Não é minha foto favorita. Mas esse momento foi realmente memorável pra gente. Acho que foi aí, sentadinhas nesse muro, que nos demos conta sobre o quanto amamos liberdade, viagens e sobre o quanto é bom fazer bons negócios, mas sobretudo, bons amigos. Gratidão, Cá!

Uma observação:

Jurávamos que levaríamos uma bronca a qualquer momento, por estarmos sentadas no muro do lugar. E quando o guarda se aproximou, a gente logo pensou na vergonha que passaríamos. Mas, por mais incrível que te soe, ele não brigou conosco. Pelo contrário, disse que era super permitido sentar ali. Mas que estava vindo até nós, só porque fechariam as portarias do Cerro em alguns minutos. Pediu gentilmente que nos preparássemos para voltar para casa.


Assim fizemos. Voltamos para o apartamento. Antes, demos uma passadinha na Plaza das Armas, eu comi um cachorro-quente estranho, vimos umas apresentações de dança e música (bem pouquinho, porque já estava ficando meio tarde), passamos no mercado para comprarmos umas besteirinhas e corremos pra casa. Nessa hora, corremos de verdade, porque eu tava quase fazendo xixi nas calças.

Até a próxima!

Acompanhe a série:
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CRÉDITOS
 Essa viagem faz parte do projeto #ViagemSemDestino. Ela relata experiências reais de uma viagem econômica. Todo o conteúdo, incluindo vídeos do YouTube foram produzidos pela equipe Camilla Guerra e Blog da Lira, com o suporte da empresa Pocket Agency.
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Escrito por

Prazer, Lira! Sinta-se à vontade e volte sempre. Para saber mais sobre mim, é só me acompanhar nas redes sociais. E se quiser ler um pouco da minha história, clica no botão "biografia" no menu principal aqui do blog. Um beijo!

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