Pílula Diária: Não se garanta demais!

Pílula Diária: Não se garanta demais!

Fiz um vídeo de 1 minuto no Youtube. Gostaria muito de compartilhar com você. Espero que gostem.

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Infográfico: 7 benefícios da Meditação

Infográfico: 7 benefícios da Meditação

Por Thaís Lira

Há alguns meses atrás, compartilhei um artigo bem completo aqui no blog, contando um pouco sobre a minha iniciação na prática de meditação. Se você estiver com mais tempo, pode clicar aqui e fazer e leitura (ou releitura, caso já tenho lido) do artigo em questão. Compartilhei não apenas minha experiência, mas as primeiras dicas; como, quando, onde começar a prática, o que precisa, benefícios (de uma forma mais explanada)… Bem explicativo e proveitoso para quem deseja uma profundidade um pouco maior. Porém, a proposta de hoje é otimizar o seu tempo e mesmo assim, transmitir a informação. Por isso, optei por compartilhar apenas um infográfico.

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Cromoterapia: “Ultra Violet” é eleita a cor do ano

Cromoterapia: “Ultra Violet” é eleita a cor do ano

Por Thaís Lira

Nunca falei sobre cromoterapia aqui no blog. Sempre me interessei por esse assunto (por conta da relação que as cores têm com o universo das artes). Mas há uma explicação para isso: apesar de saber bastante sobre a Psicologia das cores, não tinha conhecimento nem mesmo básico sobre cromoterapia.  Continue lendo “Cromoterapia: “Ultra Violet” é eleita a cor do ano”

Retiro Zen em São Paulo – Chakra do Coração

Retiro Zen em São Paulo – Chakra do Coração

Por Thaís Lira

Está buscando um lugar zen em São Paulo, para uma verdadeira imersão de conexão com a natureza? Então, você vai adorar conhecer o Chakra do Coração. Continue lendo o artigo, e encante-se junto comigo.

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Lugar secreto – O seu lugar no mundo

Lugar secreto – O seu lugar no mundo

Por Thaís Lira

Tenho um fascínio por quem opta pela discrição.

Fico realmente deslumbrada com quem consegue manter-se discreto, seja sobre as coisas simples, complexas, ou até mesmo diante das exuberâncias e exageros da vida. A discrição é um comportamento provido de muita sabedoria, sem dúvidas. Mas, muito mais do que isso, aprecio as pessoas que mesmo estando em evidência (seja em sua escola, em sua comunidade, em sua instituição religiosa, em seu trabalho, ou na internet), conseguem ter ciência e consciência sobre tudo o que precisa ser guardado em secreto. Ciência e consciência sobre o fato de que nem tudo se expõe; seja isso bom, excelente, ruim, ou péssimo.

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O que você sente por si mesmo?

O QUE VOCÊ SENTE POR SI MESMO - BLOG PONTO DA LIRA

Não se sinta tão mal, por não ser tão bom sempre. Existem bagunças muito positivas.

Desde muito pequena, desenvolvi uma personalidade muito forte. Cheguei a dar muito trabalho aos meus pais, pelo excesso de força que expunha através de meus comportamentos. Cresci sendo uma garota muito geniosa! Era conhecida entre as pessoas, por essa característica (se é que posso chamar de característica). Para mim, tudo precisava estar perfeito (conforme as minhas percepções, é claro!). Sempre fui muitíssimo detalhista, observadora, e perfeccionista. Tanto que quando algo estava diferente do que esperava que estivesse, agia de forma impulsiva tanto sobre mim, quanto sobre os outros. E a longo prazo, tudo isso foi tornando-se cada vez mais negativo. Quando era uma criança, ou uma adolescente; as pessoas a minha volta, relevavam meus comportamentos. Afinal, era”apenas uma criança”, “apenas uma adolescente”. E tudo não passa de uma fase. Mas os anos vão passando. A maioridade já fazia estádia em minha vida. E precisa mudar. Caso contrário, perderia todas as pessoas a minha volta.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é.

Apesar de cometer erros, fazia o que estava ao meu alcance para evitá-los. E sempre que cometia algum erro, entrava em um processo doentio, que mais parecia uma mutilação psicológica do que simplesmente culpa ou arrependimento. Sempre fui muito intensa sobre isso (e sobre tudo, confesso!). E apesar de passar por esses processos extremos, não aceitava ajuda externa. Pelo contrário, criei escudos. Sempre que alguém vinha até mim para me ajudar a lidar melhor com essas situações, respondia quase que automaticamente: “Sou assim, e não vou mudar por causa de ninguém”.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é. Ok. Mas e você? Se ama e aceita como é?

Daí, a vida vem e vira a gente do avesso. Nos bagunça por completo. De repente, não são apenas nossos livros que estão desalinhados, ou nosso guarda-roupa com as cores fora de escala. A bagunça é caótica e generalizada, bem dentro da gente.  E aí, a gente descobre que -de fato- quem nos ama, nos aceita como somos. Mas esse processo, precisa começar dentro de nós. Jamais seremos verdadeiramente amados, quando não somos capazes de amarmos a nós mesmos.

Exerça o amor próprio. A partir daí, você saberá o que é ser amado verdadeiramente pelo o que você é.

Não conseguia reconhecer isso, mas…  O meu grito por ajuda, começava por meu comportamento. Por mais que vestisse várias armaduras, e fingisse –muito bem– que para mim estava tudo ótimo, uma voz gritava com muita força dentro de mim: “Quero, e preciso mudar! Não amo a pessoa que tenho sido. Não quero ser assim! Este não é meu eu verdadeiro”.

O processo de mudança, não é simples, mas é necessário.

Abri a minha mente, para a desconstrução. Abri minha alma para a cura. Abri meu coração para as mudanças e para o amor próprio. E apesar de saber que há um longo caminho pela frente, já posso afirmar que: Não há nada melhor do que estar bem consigo mesmo. Não há nada melhor do que amar a si.

Quando o amor nos preenche por completo, ele transborda, e invade quem está a nossa volta.

E foi exatamente o que aconteceu comigo. Descobri que só seria verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando passasse a amar verdadeiramente e inteiramente quem realmente era. Ou melhor, descobri que só serei verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando amo quem realmente sou.

E você? O que sente sobre si mesmo?

Gratidão por me ler. É honroso para mim. ❤


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UPDATE: Infinidade de gotas ♡

 

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Não sei a quem pertence essa ilustração. Por favor, se alguém souber me avise! Quero e faço questão de dar os devidos créditos ao ilustrador.

Tenho meditado muito (mais do que o normal) a respeito de minha vida e a a respeito dos rumos que tenho tomado sobre ela. E devo confessar que nem um deles, estava em meus planos. Mudar de cidade, começar a trabalhar na agência do meu irmão, voltar a fotografar… Nada disso, fazia parte de meus planos. Acho que é justamente isso, que tem tornado o meu presente tão prazeroso. O novo e os renovos da vida, sempre me atraíram muito!

Teci este mesmo comentário a um amigo. E em sua concepção, estou apenas colhendo tudo o que plantei.  Veja bem, acredito piamente na “Lei da semeadura” (onde você colhe exatamente o que planta), “Na lei do retorno” (onde tudo o que vai, volta), na “Lei da atração” (onde você atrai exatamente o que transmite). Acredito de verdade. Diga-se de passagem, que essas leis “regem” a minha vida.

Justamente por isso, tenho total ciência que todas as dificuldades quais enfrentei em minha vida até o dia de hoje, foram -em sua maioria- de minha responsabilidade. E quando não era responsável por elas, elas me tornavam cada vez mais responsável.

Desde que compreendi a minha responsabilidade no tudo e no todo, passei a compreender os momentos difíceis da vida de uma forma menos dramática. E passei a extrair o melhor de cada uma dessas situações. Hoje, compreendo que as dificuldades são uma maneira de me desconstruir, e são também,  uma porta aberta à reconstrução.

Confesso: Nem sempre plantei coisas boas em minha terra. E naturalmente, nem sempre tive uma germinação e frutos bem sucedidos. Colhi exatamente tudo o que plantei. E falando sobre o meu presente, sinto que estou naquela fase, onde a terra se esvaziou completamente. Colhi tudo o que tinha para colher. Agora, recebo a oportunidade de semear novas sementes. Tenho a oportunidade de realizar um novo plantio. Tenho uma nova chance.

Hoje, percebo que compreendo melhor o tempo e a importância de saber lidar com ele. Aceitei que muitas coisas na vida, são -de fato- para o agora. E se não fizer AGORA, o tempo vai passar e amanhã será completamente diferente. Já outras, sempre terão sua passagem pelo tempo. Sempre serão uma questão de tempo. Como disse o Rei Salomão em Eclesiastes: “há um tempo determinado para cada coisa debaixo do céus”.


Vamos acreditar que:
No tempo certo, todas as sementes quais plantamos com suor e lágrimas, germinarão. A espera é angustiante, eu sei! Pode demorar dias, meses, anos até que elas germinem e possamos finalmente colher nossos frutos. Mas uma coisa é certa: No tempo certo, elas germinarão. E então, a tão sonhada colheita chegará.

É prazeroso pensar sobre a colheita dos bons frutos, não é mesmo?
Todavia, não podemos nos esquecer em hipótese alguma, que -até mesmo durante a colheita- será exigido de nós, muito engajamento, disposição, força e coragem. Só depois disso, usufruiremos dos frutos! E quando isso ocorrer, será sublime. Será surpreendentemente doce. Nos revigorará, nos renovará, nos saciará.

Será como uma garoa que cai sobre nós, depois de termos andado dias e dias em terras secas. Será como aquela “chuva” que quando bate na sequidão de nossa alma, nós até levamos um susto, um choque. Uma sensação estranha de “Será que isso está acontecendo de verdade?”. E no íntimo do nosso ser, aquela certeza de: “Finalmente”.

Mas somos tão pessimistas, não é?

Mesmo diante da certeza, nos enchemos de dúvidas e questionamentos. Começam-se os “E se…”.

E se os frutos estiverem verdes? E se os frutos estiverem podres? E se a tempestade interromper a colheita? E se essa chuva que tem me saciado, for o início de uma grande tempestade? E se for mais uma grande ilusão de sua mente? E se for mais uma felicidade passageira? E se for mais um momento? E se…

E se isso acontecer, vamos começar respirando bem fundo!
Vamos olhar para dentro de nós mesmos, enxergar a força interior que existe em nós, e compreender que NADA nem NINGUÉM (inclusive nós mesmos) poderá nos impedir de viver intensamente a colheita de tudo o que plantamos. NADA nem NINGUÉM poderá cessar nossos Oásis. Vamos acreditar naquela passagem bíblica que diz: “As coisas velhas se passaram. Eis que tudo se fez novo”.  Vamos nos desligar de tudo que nos priva, nos afasta, nos atrasa, nos amedronta, nos prende, nos esmaga, nos faz regredir, nos faz voltar atrás. Vamos nos desligar também do futuro que jamais pertencerá a nós. Vamos livrar a nós mesmos do “E se…”. Vamos trabalhar nossas mentes para: Não depositar energias no que ficou para trás, e tampouco no que ainda não ocorreu.

Vamos vier o AGORA. Vamos colher os frutos, usufruir dos frutos, tomar chuva, molhar a alma. E se for tempestade? Tempestade traz temperança.

Nossa humanidade jamais poderá nos permitir viver o futuro, sem antes termos vivido o agora.  Vamos aceitar e entender os processos da vida. Vamos viver os processos da vida.

E ainda como almas habitando nesses corpos, precisamos compreender que aqui na terra, nada será eterno. Nem mesmo a felicidade. Por mais genial que sejamos, por mais organizados tenhamos sido com relação aos nossos planos, por mais posicionamentos convictos tenhamos… Jamais estaremos 100% certos sobre algo. Devemos sim acreditar em um futuro que nos trará alegria. Devemos sim, mantermos nossos pensamentos positivos sobre isso. Mas, por favor, vamos colocar dentro de nossa mente que nossa maior PRIORIDADE, está e ser feliz HOJE! Não importa se tenhamos feito nossa semeadura há anos atrás ou há dois dias atrás… Não importa se é apenas uma gota ou uma grande tempestade que está caindo sobre nossa terra. Seja como for, devemos usufruir e absorver os prazeres e as lições de cada momento. Por que, por mínimo que sejam, eles podem ser intensos e infinitos. Exatamente como acontece com os oceanos.

Afinal, o que é o oceano se não uma infinidade de gotas?

Disponível em áudio:

 

Com afeto;
Thaís Lira ♡


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Você é uma pessoa positiva?

VOCÊ É UMA PESSOA POSITIVA - POR THAIS LIRA - BLOG PONTO DA LIRA

Vamos falar sobre positividade e negatividade?

Começo com uma afirmação: Tudo é energia.

Não sei vocês, mas eu, já fui uma pessoa muito negativa. Muitas vezes, sem perceber, quase que de forma involuntária, estava sendo uma pessoa completamente tóxica às pessoas a minha volta, e principalmente: a mim mesma.

A negatividade colocava sobre minhas costas, uma carga tão pesada, que essa mesma carga se espalhava com muita força, por todos os ambientes quais eu frequentava.

Prova disso, era que eu vivia a minha vida, me metendo em intrigas, brigas, confusões. Meu nome estava sempre vinculado a situações delicadas e muito complicadas. Minhas amizades, relacionamentos pessoais e interpessoais, não provavam da durabilidade. Eu sabia que as pessoas tentavam, mas nunca permaneciam ao meu lado por muito tempo.

E por mais que eu dissesse às pessoas que não me importava com tudo isso, a grande verdade, é que eu me importava sim.

O que eu mais queria era simples: Ser amada e aceita.

Mas, pra que isso acontecesse de fato em minha vida, primeiramente: eu precisava me aceitar. Acontece que, no auge de minha insatisfação pessoal, fiz uma analise profunda e verdadeira sobre mim, e não fiquei contente com o que enxerguei. No íntimo do meu ser, eu ansiava por mudanças emergentes. Eu precisava mudar. E eu queria mudar.

O primeiro passo para a mudança, era admitir que estava sobrecarregada de negatividade.
O segundo passo, era ACEITAR que eu não precisava carregar e tampouco suportar essa carga negativa.
Como terceiro passo, precisava me livrar dessa carga negativa de uma vez por todas! Fazendo isso, eu daria espaço e total liberdade à positividade em minha vida.

Ser alguém positivo, é uma escolha. Uma escolha que exige uma mudança de comportamento; desde a maneira como você fala sobre as coisas, e sobre as pessoas, até sua perspectiva sobre elas.

A positividade, nos potencializa para abrirmos inúmeras portas, que até então, estavam fechadas.

Ser uma pessoa positiva, nos leva à concretização de planos, e à realização de grandes sonhos.

A positividade nos leva a enxergar uma OPORTUNIDADE mediante cada uma de nossas dificuldades; sejam elas interiores ou exteriores.

A positividade tem o poder de nos aproximar das pessoas, do Criador de todas as coisas, e principalmente: ela nos aproxima de quem realmente somos.

Não aceite ser uma pessoa negativa.

Não permita que negatividade se infiltre em sua alma, e faça uma distorção em cada uma de suas boas perspectivas. Não deixe que ela se torne um filtro, que funcione como um bloqueio para as coisas grandiosas que você tem a oferecer e a receber.

Acredite em mim: Você pode mudar essa realidade. Você pode mudar agora mesmo.
Abra o seu coração e receba essa oportunidade.

Encerro essa reflexão com a frase de Winston Churchill:

“Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade.
Um otimista, vê uma oportunidade em cada dificuldade”.

Transforme cada dificuldade em uma oportunidade para tornar-se uma pessoa melhor e cada vez mais positiva. Uma pessoa próxima de quem você realmente é e veio para ser. Prove do contentamento. Não existe nada melhor do que ser uma pessoa contente. Acredite! Você merece o contentamento. Você merece a felicidade!

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:


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Qual o propósito de sua existência?

QUAL O PROPÓSITO DE SUA EXISTÊNCIA - BLOG PONTO DA LIRA - POR THAIS LIRA - definitiva
Qual o propósito de sua existência?

Há alguns anos atrás, publiquei em uma de minhas redes sociais, que éramos todos breves e passageiros. Falei sobre nossa temporária estádia neste mundo. Mencionei que não acreditava ser possível estarmos aqui sem um motivo, sem um “porquê”. Não consigo acreditar que termos sido colocados sob este céu, e termos tido a oportunidade de pisar sobre este solo, seja apenas um acaso do universo. Não acredito que estamos aqui, para uma vida vã, ou para vivermos em vão. E concluí meu pensamento, dizendo que enquanto questionamos tudo e todos, sentados, sem fazer absolutamente nada… O (nosso) tempo vai passando, e de repente:  Acaba-se o tempo. E com ele, vão-se os planos não realizados, os momentos não vividos, o amor não compartilhado, o tempo desperdiçado, a vida não vivida.

Acredito piamente, que cada um de nossos antepassados, passou por aqui por um motivo. E se estamos aqui, não tenho dúvidas: Há um propósito. A princípio, este propósito pode não ser muito claro a nós. Podemos demorar muito tempo para enxergá-lo, compreendê-lo e aceitá-lo. E pode ser que isso nunca aconteça. Pode ser que nossos olhos jamais contemplem o nosso real propósito na terra. Pode ser que, de repente, a vida passe. Pode ser que venhamos partir. E não haja nada além de alguém que partiu. Alguém que viveu como se nunca tivesse estado aqui.

Por outro lado, pode ser que em algum momento da vida, nosso propósito torne-se claro aos nossos olhos. Pode ser que nossos olhos o contemple, o compreenda, o aceite, e o vivamos até o dia de nossa partida. E quando isso acontecer, sentirão a dor de nossa partida, mas sobretudo, se lembrarão de quem fomos, de como vivemos. E guardarão consigo tudo o que deixamos em nosso percurso. E quando não estivermos mais aqui, e não houver mais nada de nós, ainda haverá.

Um legado.

Desde que compreendi isso, passei a tratar o porquê de minha existência, como prioridade. Mesmo havendo muitos questionamentos dentro de mim acerca do tudo, do todo, e principalmente: do EU; coloco meus olhos sobre o meu propósito. Trabalho minha mente para que ela esteja sempre direcionada à minha missão de vida.

Quando isso me ocorreu, percebi que tudo estava diferente a minha volta. Na verdade, tudo estava diferente dentro de mim.0338d5adf89b9df42ddc246749c15dee

Essa é a minha concepção sobre a minha existência.
E a sua, qual é?

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:

Update: Espero que tenham gostado da novidade. A ideia de reproduzir os artigos em áudio, veio a mim através de alguns amigos, há algum tempo (valeu, Ismael!). Mas foi através do super incentivo do meu irmão Raphael, que eu resolvi colocar a ideia em prática. Prometo ir aperfeiçoando, para que o áudio fique cada vez melhor a vocês.

Beijo e queijo!


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Manuscrito | Quebrando meu próprio silêncio

Lembro-me perfeitamente, de uma conversa ao telefone, que tive com uma ex-aluna de um dos treinamentos quais ofereci em São Paulo, sobre a importância de quebrarmos o silêncio em alguns momentos de nossas vidas. Lembro-me que disse a ela: “Todos nós temos o momento de ficar em silêncio, e também, o momento de liberar nossa voz. Quando este segundo momento chega em nossas vidas, precisamos vivê-lo. Precisamos quebrar o silêncio, sem medo, sem receio algum. Por quê este é simplesmente o momento. E quando ele -realmente- chegar, nada poderá ser mais forte do quê a força de nossa própria voz. Chega uma hora na vida, qual precisamos quebrar o silêncio por nós mesmos!”.

Confesso: tudo fica muito mais fácil na teoria. Nunca imaginei que minhas filosofias, seriam tão difíceis de serem postas em prática. Mas cá estou eu – na tentativa de quebrar o silêncio, e calar – de uma vez por todas – esse grito silencioso que pairou dentro do meu ser desde o ocorrido com o meu irmão.

Tenho um público muito querido, qual me acompanha há muito tempo (gratidão, gratidão!). Alguns, me acompanham desde outros blogs, outras colunas, outras ideias, outros conceitos… Até mesmo estes, poderão ficar muito surpresos com esse artigo. A propósito, digo de antemão, que este é um dos artigos mais especiais deste blog. Não pelo o quê estará escrito nele, mas por quem será mencionado, e por sua motivação.

Quem me acompanha, sabe bem que sempre mantive muita descrição acerca de assuntos pessoais. E às vezes, minha vida pode até parecer bem monótona, e pacata. Mas a verdade sobre mim, é que vivo como um vulcão em erupção. Só que, veja bem, até mesmo os vulcões têm seus encantos.

Muitas vezes, sinto uma vontade enorme de encher esse blog de devaneios e até lamentações. Sinto o desejo enorme de chegar aqui e desnudar minha alma. Só que alguma coisa acontece dentro de mim, e não consigo ser tão mesquinha, tão megera, tão egoísta. Logo penso em você, que está aqui me lendo. Você que já tem seus próprios males, que enfrenta suas próprias batalhas, e trava suas próprias lutas. Pra quê toxicar sua vida?
O mundo está cheio de coisas e pessoas tóxicas. Não quero ser uma delas. Então, vou viver meus momentos de quietude e solitude (quais já falei aqui no blog). Assim faço, até me desintoxicar completamente. Até dissolver todo sentimento negativo, e absorver sentimentos positivos, para vir aqui, e abrir meu coração a vocês. Por quê é assim que tem que ser.

Entenderam o porquê de desapareço de vez em quando? 

Além do mais, acho que toda e qualquer exposição na internet, pode ser perigosa. Precisa haver um propósito muito grande, por trás de cada janela interior que abrimos ao mundo. Caso contrário, nem vale a pena expôr!

Já passei por bons bocados. Quem nunca? E sei que cada experiência me trouxe uma aprendizagem impar. E aposto que a cada um de vocês, também. Prometo que cada uma dessas experiências, serão compartilhadas pouco a pouco. Tudo em seu tempo. Sem pressa. Combinado?

De todo modo, quero que tenham certeza de uma coisa: me sinto honrada em estar compartilhando uma delas com vocês, hoje.

No dia 20 de Novembro de 2015, perdi o meu irmão mais velho (meu amigo, meu protetor, minha asa direita) para o câncer. E por mais que aquele dia tenha sido o mais sombrio de todos os meus dias vividos até hoje, tenho refletido sobre sua vida aqui na terra, e compreendido sua partida. E por mais que isso traga uma dor intensa e profunda em minha alma, tem -ao mesmo tempo, com a mesma intensidade e profundeza- curado meu ser.

Bruno. Este era o nome dele. Conhecido como “Guerreiro” – de fato, sua identidade. Bruno fora diagnosticado com um câncer embrionário metastático em 2012. Lutou incansavelmente, destemidamente, durante três longos e árduos anos.

Tumor metastático é aquele que se espalhou a partir do lugar onde se iniciou para outro local do corpo. Um tumor formado por células cancerígenas metastáticas é denominado tumor metastático ou metástase. O processo pelo qual as células cancerígenas se espalham para outras partes do corpo é também chamado de metástase.

Em resumo, o quê a medicina tentava nos dizer era: “O Bruno tem um tipo de câncer agressivo, que está se desenvolvendo em seu corpo, desde que ele era um embrião. E este câncer se espalha por todos os órgãos do corpo, em curto prazo, até que o afetado seja consumido completamente”. Bruno tinha um tumor “matriz” na região pélvica, que se espalhou (em prazo curtíssimo) por todo o seu corpo; dos pés à cabeça.

E mesmo havendo um câncer percorrendo seus ossos, nunca o vi curvado diante das circunstâncias da vida. As únicas vezes quais o vi curvado, foi diante da presença do Soberano Criador. Nada diferente disso. Mesmo havendo um câncer percorrendo por suas correntes sanguíneas, nunca o vi queixar-se. Pelo contrário, quando perguntávamos como ele estava -apesar de tudo- ele sempre respondia: “Estou bem! Estou curado!”. Mesmo havendo um câncer fazendo uma bagunça enorme em seu cérebro e em todo o seu organismo, sempre o vi certo do seu propósito na terra. Sempre o vi centrado. Sempre o vi motivado. Mesmo havendo um câncer espalhado por seus pulmões, mesmo o vendo perde o ar pouco a pouco, mesmo o vendo perder completamente sua força física, mesmo o vendo internado em uma Unidade de Terapia Intensiva, mesmo o vendo respirar por aparelhos, mesmo o vendo sendo sentenciado, mesmo em seu último de sua vida… Ele permaneceu forte. Ele permaneceu fiel. Em suas últimas horas, quando não tinha mais condições físicas para nada, ele cantou uma canção e fez uma oração. Nos deu uma lição inesquecível sobre fé, honra e gratidão. E até mesmo nos últimos minutos de sua passagem pela terra, virou para minha mãe, calmo e sereno, e disse: “Mãe, estou sentindo uma paz tão grande! Estou sentindo meu corpo diferente. Tem uma coisa muito boa acontecendo dentro de mim. Pode ir pra casa. Eu vou descansar agora!”. Minha mãe voltou pra nossa “casa temporária”. E o Bruno? Bom, no começo desse artigo, eu disse que havia o perdido para o câncer. Na verdade, no dia 20 de Novembro de 2015, meu anjo mais velho, voltou para o seu verdadeiro lar.