Você é uma pessoa positiva?

VOCÊ É UMA PESSOA POSITIVA - POR THAIS LIRA - BLOG PONTO DA LIRA

Vamos falar sobre positividade e negatividade?

Começo com uma afirmação: Tudo é energia.

Não sei vocês, mas eu, já fui uma pessoa muito negativa. Muitas vezes, sem perceber, quase que de forma involuntária, estava sendo uma pessoa completamente tóxica às pessoas a minha volta, e principalmente: a mim mesma.

A negatividade colocava sobre minhas costas, uma carga tão pesada, que essa mesma carga se espalhava com muita força, por todos os ambientes quais eu frequentava.

Prova disso, era que eu vivia a minha vida, me metendo em intrigas, brigas, confusões. Meu nome estava sempre vinculado a situações delicadas e muito complicadas. Minhas amizades, relacionamentos pessoais e interpessoais, não provavam da durabilidade. Eu sabia que as pessoas tentavam, mas nunca permaneciam ao meu lado por muito tempo.

E por mais que eu dissesse às pessoas que não me importava com tudo isso, a grande verdade, é que eu me importava sim.

O que eu mais queria era simples: Ser amada e aceita.

Mas, pra que isso acontecesse de fato em minha vida, primeiramente: eu precisava me aceitar. Acontece que, no auge de minha insatisfação pessoal, fiz uma analise profunda e verdadeira sobre mim, e não fiquei contente com o que enxerguei. No íntimo do meu ser, eu ansiava por mudanças emergentes. Eu precisava mudar. E eu queria mudar.

O primeiro passo para a mudança, era admitir que estava sobrecarregada de negatividade.
O segundo passo, era ACEITAR que eu não precisava carregar e tampouco suportar essa carga negativa.
Como terceiro passo, precisava me livrar dessa carga negativa de uma vez por todas! Fazendo isso, eu daria espaço e total liberdade à positividade em minha vida.

Ser alguém positivo, é uma escolha. Uma escolha que exige uma mudança de comportamento; desde a maneira como você fala sobre as coisas, e sobre as pessoas, até sua perspectiva sobre elas.

A positividade, nos potencializa para abrirmos inúmeras portas, que até então, estavam fechadas.

Ser uma pessoa positiva, nos leva à concretização de planos, e à realização de grandes sonhos.

A positividade nos leva a enxergar uma OPORTUNIDADE mediante cada uma de nossas dificuldades; sejam elas interiores ou exteriores.

A positividade tem o poder de nos aproximar das pessoas, do Criador de todas as coisas, e principalmente: ela nos aproxima de quem realmente somos.

Não aceite ser uma pessoa negativa.

Não permita que negatividade se infiltre em sua alma, e faça uma distorção em cada uma de suas boas perspectivas. Não deixe que ela se torne um filtro, que funcione como um bloqueio para as coisas grandiosas que você tem a oferecer e a receber.

Acredite em mim: Você pode mudar essa realidade. Você pode mudar agora mesmo.
Abra o seu coração e receba essa oportunidade.

Encerro essa reflexão com a frase de Winston Churchill:

“Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade.
Um otimista, vê uma oportunidade em cada dificuldade”.

Transforme cada dificuldade em uma oportunidade para tornar-se uma pessoa melhor e cada vez mais positiva. Uma pessoa próxima de quem você realmente é e veio para ser. Prove do contentamento. Não existe nada melhor do que ser uma pessoa contente. Acredite! Você merece o contentamento. Você merece a felicidade!

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:


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Qual o propósito de sua existência?

QUAL O PROPÓSITO DE SUA EXISTÊNCIA - BLOG PONTO DA LIRA - POR THAIS LIRA - definitiva
Qual o propósito de sua existência?

Há alguns anos atrás, publiquei em uma de minhas redes sociais, que éramos todos breves e passageiros. Falei sobre nossa temporária estádia neste mundo. Mencionei que não acreditava ser possível estarmos aqui sem um motivo, sem um “porquê”. Não consigo acreditar que termos sido colocados sob este céu, e termos tido a oportunidade de pisar sobre este solo, seja apenas um acaso do universo. Não acredito que estamos aqui, para uma vida vã, ou para vivermos em vão. E concluí meu pensamento, dizendo que enquanto questionamos tudo e todos, sentados, sem fazer absolutamente nada… O (nosso) tempo vai passando, e de repente:  Acaba-se o tempo. E com ele, vão-se os planos não realizados, os momentos não vividos, o amor não compartilhado, o tempo desperdiçado, a vida não vivida.

Acredito piamente, que cada um de nossos antepassados, passou por aqui por um motivo. E se estamos aqui, não tenho dúvidas: Há um propósito. A princípio, este propósito pode não ser muito claro a nós. Podemos demorar muito tempo para enxergá-lo, compreendê-lo e aceitá-lo. E pode ser que isso nunca aconteça. Pode ser que nossos olhos jamais contemplem o nosso real propósito na terra. Pode ser que, de repente, a vida passe. Pode ser que venhamos partir. E não haja nada além de alguém que partiu. Alguém que viveu como se nunca tivesse estado aqui.

Por outro lado, pode ser que em algum momento da vida, nosso propósito torne-se claro aos nossos olhos. Pode ser que nossos olhos o contemple, o compreenda, o aceite, e o vivamos até o dia de nossa partida. E quando isso acontecer, sentirão a dor de nossa partida, mas sobretudo, se lembrarão de quem fomos, de como vivemos. E guardarão consigo tudo o que deixamos em nosso percurso. E quando não estivermos mais aqui, e não houver mais nada de nós, ainda haverá.

Um legado.

Desde que compreendi isso, passei a tratar o porquê de minha existência, como prioridade. Mesmo havendo muitos questionamentos dentro de mim acerca do tudo, do todo, e principalmente: do EU; coloco meus olhos sobre o meu propósito. Trabalho minha mente para que ela esteja sempre direcionada à minha missão de vida.

Quando isso me ocorreu, percebi que tudo estava diferente a minha volta. Na verdade, tudo estava diferente dentro de mim.0338d5adf89b9df42ddc246749c15dee

Essa é a minha concepção sobre a minha existência.
E a sua, qual é?

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:

Update: Espero que tenham gostado da novidade. A ideia de reproduzir os artigos em áudio, veio a mim através de alguns amigos, há algum tempo (valeu, Ismael!). Mas foi através do super incentivo do meu irmão Raphael, que eu resolvi colocar a ideia em prática. Prometo ir aperfeiçoando, para que o áudio fique cada vez melhor a vocês.

Beijo e queijo!


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Amadurecer é SER

AERTIGO - AMADURECER É SER - POR THAIS LIRA - BLOG GAROTAS DIZEM

Minha adolescência foi um tanto conturbada. Digamos que fui a típica adolescente problemática, que causou grandes preocupações aos pais. E que, mesmo havendo crescido em uma família bastante religiosa e tradicional, tinha vestígios fortíssimos de rebeldia -que para mim- faziam parte de minha personalidade; tais como autoritarismo, inflexibilidade e impulsividade.

Acontece que o tempo passa. E puxa vida! Como aprecio o tempo! Ele passa, e durante sua passagem, inúmeras coisas acontecem. Algumas, passam despercebidas. Outras, no entanto, têm a função de nos modificar por completo. E foi dessa maneira comigo.

No auge dos meus dezessete anos, meus pais optaram pelo divórcio. Eu, resolvi iniciar um relacionamento amoroso, pela primeira vez. Minhas notas escolares, iam de mal a pior. Na verdade, cheguei a perder o ano letivo pelo excesso de faltas. A depressão me atingiu. De repente, as coisas não estavam do meu jeito. Elas estavam, como deviam estar naquele momento.

Passei por um intenso processo de desconstrução daquilo que havia me tornado, para ser reconstruída, tornando-me quem realmente sou.  Durante esse processo, tinha apenas duas alternativas: Amadurecer, ou permanecer do jeito que era, até apodrecer.

Amadurecimento/ Maturidade:
amadurecimento
Ouvi durante a minha infância e adolescência inteirinha, que “quando ficamos mais velhos, amadurecemos”. Acontece que, o processo de alcance a maturidade, vai muito além de completar mais um ano de vida, ou de “nos tornarmos adultos”. Vai muito além das responsabilidades quais assumimos, da maneira como nos vestimos, dos filmes que assistimos, ou do quão sério (ou séria) somos quando estamos com os nossos amigos e familiares. A maturidade não tem idade. Não existe um medidor que, se você estiver com 20 anos, você é imaturo (ou imatura) e se estiver com 45, então será alguém maturo.

Maturidade, é a maneira como você ESCOLHE lidar com as circunstâncias de sua vida; desde seu primeiro emprego, até a difícil decisão de encerrar ou dar continuidade a um relacionamento amoroso que esteja sugando suas energias. Maturidade não é apenas a maneira como você aprende as coisas. E sim, a maneira como passa a compreendê-las.

Seja qual circunstância for, a escolha de tornar-se maturo ou não, será sempre sua.

Mas é importante você saber que quando você escolhe amadurecer, você torna o viver mais prazeroso, e consequentemente, tornar-se uma pessoa mais plena e mais feliz.

ARTIGO - BLOG GAROTAS DIZEM - AMADURECER É SER - POR THAIS LIRA

E sabe essa conversa de que a vida adulta é um verdadeiro saco? É verdade, se você tornar isso uma verdade. Sua vida será um saco de verdade, se você for apenas um adulto. Escolha amadurecer, e então, você passará a enxergar a vida com outra perspectiva.

Alguns benefícios de tornar-se uma pessoa madura:

  • maturidade te ensina a lidar de forma mais sábia com as adversidades.
  • maturidade te livra de viver uma vida ilusória, colocando-o sempre em sua realidade.
  • maturidade faz com que você aceite que nem sempre, as coisas serão a sua maneira.
  • maturidade te faz entender com muito mais tranquilidade.
  • A maturidade te protegete poupa e te priva.
  • maturidade te impulsiona para o alto desenvolvimento pessoal e profissional.
  • maturidade renova suas esperanças.
  • A maturidade te conduz ao seu “verdadeiro eu”.

E então, qual será sua escolha?
Vamos amadurecer juntos?


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Você está provando da felicidade?

você está provando da felicidade - blog ponto da lira

Bonjour, como você está? Espero que esteja tudo bem por aí.
Vamos falar sobre felicidade?

Estamos habituados com esse termo. Vemos e convivemos com pessoas que o usam regularmente. Mas, o que significa o termo “Felicidade”?

blog ponto da lira felicidade

Como pode ver acima, a felicidade é um ESTADO. Ela traduz um sentimento, mediante algo que ocorre dentro de você. A felicidade, tem total relação com satisfação e contentamento. É subjetivo, e relativo. Cada individuo prova da felicidade, a sua maneira. Não existe um formato único de felicidade, um modelo pronto. Isso significa que, se Lucas sente-se feliz recebendo um ótimo salário e andando com o carro do ano, não quer dizer que Paula sinta-se da mesma maneira possuindo essas duas coisas. Talvez, o que deixe Paula realmente feliz, seja um picolé ao lado de sua sobrinha, em um Domingo qualquer. Não existe uma categoria pronta, ou um lugar aonde devemos estar, para que venhamos considerar-nos pessoas felizes. Biologicamente falando, o ser humano sente-se feliz, mediante o resultado de uma atividade neural fluída. Ou seja: Quando algo criado em sua mente, torna-se real. Quando o interior, trabalha de forma harmoniosa e sinérgica com o exterior.
Quando isso não acontece com um ser humano, ele sente-se frustrado e triste.
A felicidade pode ser algo permanente. Tudo dependerá da maneira como você tratá-la e trabalhá-la dentro de você. Se você, por exemplo, vincular a felicidade ao dinheiro, o que acontecerá quando seu saldo estiver negativo? Se você vincula a felicidade ao seu noivo, e apenas a ele, o que acontecerá caso haja o término do relacionamento de vocês? Será que vale realmente a pena, vincular a sua felicidade a algo ou alguém? Por que não trabalhar sua mente, para o contentamento e a gratidão, independente da circunstância que está vivendo?Há quem seja da opinião de que a felicidade está relacionada com os bens materiais e com o dinheiro, daí existirem frases como “O dinheiro não traz felicidade, mas ajuda”, na medida em que o dinheiro é o meio necessário para a satisfação das necessidades materiais humanas; uma vez satisfeitas, o indivíduo tende a ir à procura de produtos que lhe proporcionem maior felicidade. É claro que, os estímulos, serão sempre necessários. Afinal, os momentos, as conquistas, as pessoas… Tudo isso faz parte de sua realidade. Tudo isso, deve deixá-lo contente, satisfeito, feliz.

Você está provando da felicidade?

Dediquei minha manhã de segunda-feira, para criar duas listas, e fazer um comparativo muito honesto entre elas. O exercício me fez tão bem, que resolvi compartilhar com vocês, caso queiram fazer também.

A primeira lista, fui convidada a listar todas as coisas (ou as principais) que me fazem feliz. Já a segunda lista, precisei ser bastante realista, ao colocar as coisas que tenho feito (independente da felicidade que elas têm trazido à minha vida). Ficou mais ou menos assim:

Lista de coisas que te faz feliz:

  • Dançar; em grupo, sozinha, fazendo aulas, ou lecionando.
  • Comer; cozinhar, provar o tempero de minha mãe, cozinar com amigos, e conhecer novas gastronomias.
  • Escrever; seja uma frase para a agência de criação que trabalho, ou um texto enorme para o blog, me deixa muito feliz.
  • Ler; dentro do ônibus, no horário do almoço, durante a madrugada, em todo tempo.
  • Viajar; cidades vizinhas, outros estados, países.
  • Meditar; frequentemente, pela manhã e antes de dormir.
  • Organizar; minha agenda, minha rotina, meu quarto, minha vida.
  • Trabalhos Manuais; artesanatos, desenhos, costuras, etc.
  • Fotografar; de longe, uma de minhas maiores paixões.
  • Compartilhar experiências; seja através de meus textos, aulas, ou rápidas conversas.
  • Colecionar coisas legais; uma das poucas coisas materiais que me atraem.
  • Uma vida equilibrada e saudável; isso me deixa realmente feliz e realizada.
  • Cantar; no chuveiro, com amigos, em áudios no Whatsapp, na rua.
  • Ficar em dia com filmes, séries e seriados.
  • Ser elogiada por algo bom que fiz.
  • Ter as pessoas que amo por perto.
  • Ficar sozinha de vez em quando.
  • Gratidão. 

Lista de coisas que você tem feito:

  • Danço esporadicamente. Dançar, já foi mais que um hobby. Era minha principal fonte de renda, meu trabalho mais importante. Mas, desde que me mudei para Mogi das Cruzes, a realidade mudou um pouco. Tenho sentido uma falta absurda.
  • Comendo muito. Isso é muito verdade! E apesar de estar experimentando novos pratos e temperos, tenho sentido falta de conhecer ainda mais.
  • Escrevendo muito. Em questão de quantidade. Essa é a fase que mais tenho escrito; aqui no blog, em outras mídias, na agência, em meus caderninhos. Realmente, tenho feito isso regularmente.
  • Tenho lido pouquíssimo. Já fui leitora assídua. Só que a preguiça me pegou. Ultimamente, estava lendo apenas textos na internet. Uma vergonha! Estou aplicando um cronograma de leitura em minha rotina. Espero que dê certo.
  • Apesar de estar conhecendo novos lugares, tenho viajado pouco. Este é um de meus maiores sonhos/objetivos/planos de vida. Estar em lugares diferentes, me emociona. Pretendo dedicar mais dinheiro e tempo a isso.
  • Amo a pratica da meditação. E apesar disso, tenho meditado pouco. É impressionante como a meditação melhora minha vida. Percebo que minhas relações ficam muito melhores, quando estou meditando regularmente. Percebo que lido melhore com a vida, quando sigo a prática. E tenho feito muito menos do que fazia no ano passado, por exemplo.
  • Estou super desorganizada. Em todos os aspectos. Preciso melhorar, urgente. Ser desorganizada, me deixa frustrada e triste.
  • Fazem muitos meses que não crio algo. Sinto falta de meus desenhos, minhas bonecas de pano, meus apetrechos todos.
  • Voltei a fotografar. Depois de anos frustrada e tristinha sobre isso, finalmente, voltei. E apesar das dificuldades que tenho enfrentado para me re-adaptar, estou contente.
  • Tenho compartilhado pouco as minhas experiências. Sei que o blog colabora muito com isso. Mas, queria muito criar o canal de uma vez por todas, para poder compartilhar muito mais.
  • Desde que me mudei, minhas coleções estão um caos. Uma pena. Ou não. Talvez, seja a hora de desapegar um pouco. Mas, não posso negar que adquirir um novo sapato, um novo óculos, uma nova caneca, e um novo cartão postal, me deixa estonteante.
  • Minha vida está entrando nos eixos novamente. Preciso melhorar minha saúde, que está meio decadente. Isso me deixa muito triste.
  • Não tenho cantado muito. Sou tímida. Preciso vencer isso.
  • No início do ano, estava super em dia com meus filmes e séries. Voltei para a estaca zero. Estou meio frustrada por isso.
  • Não posso reclamar do não recebimento de elogios. Mas, estou oferecendo pouco. Tenho feito pouco. Sei que posso ser muito melhor do que tenho sido; para amigos, pai, mãe, irmão… Espero melhorar.
  • Desde que mudei para Mogi das Cruzes, não tenho visto as pessoas que amo com frequência. Uma parte desse tempo, foi escolha minha. Porém, a distância não tem colaborado muito com os nossos encontros.
  • Muita gente acha isso estranho, mas estar só, me deixa contente. Consigo meditar, consigo ler, consigo cantar, consigo organizar minhas coisas, consigo refletir sobre assuntos que têm sido recorrentes em meus dias… Gosto muito de estar só, de vez em quando. Diga-se de passagem, que isso é algo que tenho conseguido.
  • Tenho agradecido pouco, reclamado demais. Não gosto disso. Isso é -de longe- uma das coisas mais tristes que tenho a dizer sobre mim. Afinal, sou dessas que acredita piamente de que quanto mais a gente agradece, mais coisas boas acontecem.

Conclusão: Há muitas coisas que me trazem felicidade, e simplesmente, não tenho executado por procrastinação, receio, preguiça, inversão de prioridade. Agora que já sei o que é, pretendo criar estratégias para aplicá-las novamente em minha rotina, e assim, sentir-me cada vez mais contente.

E você? Como ficariam suas duas listas? Que tal montar as suas também? Faça um comparativo entre as duas, e depois disso, tente conciliá-las. Trabalhe sua mente para o contentamento com o seu presente, e acredite que você pode SIM tornar as duas listas, uma só.


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Eu nasci assim, cresci assim e vou morrer assim?

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Sempre fui o tipo que “deu a cara aos tapas”. E confesso: Achava isso bacana. Achava autêntico. Achava que ser “Boca dura, boca grande”, fazia parte de minha personalidade. Achava que isso me tornava ainda mais verdadeira. Afinal, “eu falo mesmo! Falo na cara!”. Daí aprendi que ser honesta, sincera e ser alguém de verdade, não significa que eu deva ser insensível, indelicada, insensata. Vestia-me daquela típica vestimenta arrogante, de “Gabriela” (me perdoem as Gabrielas, pela referência): “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”.

Daí, vem o tempo. E com ele, as circunstâncias. Elas vêm e nos contorna, pra que a gente e aí, a gente se torna quem realmente é. A gente amadurece. A gente cresce. A gente entende que o tempo é fundamental. A gente entende que somos nós mesmos, quem cria a nossa própria realidade. A gente se conscientiza que, nós somos os principais responsáveis. E que a vida passa depressa, e como um sopro. A gente aprende que aquela pessoa que fomos ontem, já não somos mais no instante “agora”. A gente aprende que só existe o agora.

A grande verdade, é que a gente acaba provando o verdadeiro caos, a desordem, a destruição, a desconstrução; e acabamos descobrindo que não existe nada melhor do que ESTAR EM PAZ. E estar em paz, vai muito além de frases clichês, de textos nas redes sociais, de imagens bonitas abraçando uma árvore. O “estar em paz” é algo que acontece dentro de nós mesmos, independente de como estão as coisas estejam do lado de fora.


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Teste Psicológico: O que realmente importa a você?

O que mais importa a voce - teste psicologico - blog ponto da lira

Estava navegando pelo site Incrível (que por sinal, trata-se de um dos sites que mais gosto de navegar durante a semana). E havia um teste psicológico, qual achei super interessante. De primeira, amei a ideia do teste se passar em um bosque (tenho fascínio por bosques). E quando li o significado de cada resposta, achei bastante proveitoso. Por isso, gostaria de compartilhar o teste, juntamente com os meus resultados com cada um de vocês. Espero que gostem.


Antes de continuar, tenha à mão papel e lápis. Depois de ler cada pergunta, escreva imediatamente a resposta. Não permita que seu cérebro analise a resposta. Escreva ou desenhe o que vier primeiro à sua cabeça.

Aqui estão as perguntas.
Desative sua lógica por um momento, já que você precisa estar concentrado no jogo com seu subconsciente.

  1. Imagine que você está com alguém em um bosque. Quem é essa pessoa?
  2. Você anda pelo bosque e vê um animal não muito longe de você. Que animal é esse?
  3. O que acontece quando seu olhar cruza com o do animal?
  4. Você segue caminhando pelo bosque e sai em um campo aberto, e nele está a casa dos seus sonhos. De que tamanho ela é?
  5. A casa possui uma cerca?
  6. Você entra na casa, vai à sala de jantar e olha a mesa principal. Descreva o que você vê a seu redor.
  7. Você sai da casa pela porta dos fundos e vê um copo na grama. De que material ele é feito?
  8. O que você faz ao ver o copo?
  9. Você chega ao fim da área que rodeia a casa. Há ali um curso de água (rio, lago, mar, etc.) Que curso de água é esse?
  10. Como você pensa em atravessá-lo para seguir adiante?

Agora, responda o teste. Só volte aqui para ler minhas respostas, quando as tuas já estiverem respondidas em seu papel.

Minhas respostas imediatas foram:

  1. Minha mãe, Verônica.
  2. Minha gatinha Marrie, quando ela ainda era filhote. 
  3. Uma sensação incrível. Comecei a sorrir. 
  4. A casa é pequena e singela. Parece uma casa de um Hobbit.
  5. A casa possui cerca na porta principal.
  6. Vi uma belíssima mesa posta. Uma louça incrível!
  7. Uma taça de metal, dourada.
  8. O pego e o coloco sobre a mesa, junto as demais louças.
  9. Um lago imenso, muito bonito.
  10. A princípio, uma ponte. Mas sigo de barco, por achar o lago muito grande.

As respostas que você deu às perguntas que nós propusemos revelam seus valores e ideais. Sugerimos que você as analise da seguinte forma:

  • A pessoa com quem você caminha é a mais importante da sua vida.
  • O tamanho do animal que você encontrou é, na verdade, o tamanho dos seus problemas no seu subconsciente. Quanto maior o animal, mais difícil para você é viver.
  • Sua reação diante do encontro com o animal é a sua maneira habitual de resolver seus problemas (agressividade, passividade, fuga).
  • O tamanho da casa que você viu são suas ambições. Se ela é grande demais é possível que tenha expectativas exageradas na vida.
  • Se a casa não tem cerca quer dizer que você é uma pessoa aberta e livre interiormente. Se há cerca em volta da casa, quer dizer que você valoriza seu espaço pessoal mais do que outros, e você espera que as demais pessoas respeitem isso. Quer dizer que você não é daqueles que entram no espaço pessoal de ninguém sem antes pedir permissão.
  • Se na sala de jantar você não viu comida, nem flores e nem pessoas, tudo indica que você é profundamente infeliz.
  • A resistência e a durabilidade do material do qual é feito o copo que você viu representa o quão resistente e durável você acredita que seja a relação com sua família. Por acaso era um copo de plástico ou de papel? De vidro? O mais provável é que você esteja preocupado com o futuro da sua família. Se, em seu subconsciente, o copo era feito de metal ou porcelana, você não tem o que temer.
  • O que você faz com o copo simboliza sua relação com a pessoa da primeira pergunta.
  • O tamanho do curso de água é o tamanho do seu apetite sexual, sua libido.
  • Quanto mais ’molhada’ for a forma escolhida por você para atravessar a água, maior é o significado do sexo na sua vida.

Importante: Você pode repetir o teste após alguns dias. Ele é reflexo de algumas características básicas da sua personalidade, mas também seu estado psíquico-emocional no momento em que você o responde.


Sobre o meu resultado:
Achei o teste bastante preciso e pertinente. Não sei como seria o resultado ontem. Mas hoje, diga-se de passagem, que foi um resultado bastante exato. Gostei bastante!

E o seu, como foi? Conta pra mim aqui nos comentários. Ou me envie um e-mail: pontodalira@gmail.com para conversarmos.

Beijo e queijo!

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Quais os seus principais defeitos?

Bonjour!
Como estão? Espero que estejam bem. Por aqui, vai tudo bem.
10 DEFEITOS - TOPO
Vem cá? Vamos conversar?

O artigo de hoje (vai ser grande), carrega boas doses de humor. Mas, sobretudo, o imenso desejo de compartilhar minha saga em busca de algumas mudanças interiores; que têm me levado a profundas reflexões sobre quem fui, quem tenho sido, e quem desejo ser. Nesse processo de busca, tenho feito inúmeras atividades, que têm me modificado – gradativamente – pouco a pouco. Dentre essas atividades, há a atividade de hoje. Chamei essa atividade de “Lidando om meus maiores defeitos”. O exercício consiste em três passos importantes: RECONHECER, REFLETIR e MODIFICAR. Reconhecer meus maiores defeitos, refletir sobre eles e sobre a maneira como eles têm me afetado e afetado quem está a minha volta. E por último, buscar estratégias e maneiras de ser mais equilibrada com relação a cada um deles, pra que eu seja uma pessoa mais feliz do que tenho sido.

Sou uma dessas pessoas que prega o amor próprio. Acho que devemos nos amar e nos apreciarmos como somos, sim! Até por que, enxergo o amor próprio como algo inteiramente ligado ao meu presente. À maneira como sou/estou aqui-agora. Mas isso não deve me fazer colocar um tampão sobre meus olhos, com relação aos meus principais defeitos, quais têm prejudicado não apenas a mim, mas as pessoas que amo. Vale ressaltar, que quando uso o termo “principais defeitos” estou os colocando como prioridade, pois são coisas que em algum ponto da vida, têm me prejudicado muito mais do que outras coisas. Combinado? Continuando…Em nada me adianta amar a mim mesma, amar minhas qualidades e aceitar meus defeitos, tornando-me mesquinha e egoísta, ao ponto de achar que está tudo bem assim. E ter aquele pensamento errôneo de: “dane-se se isso tem prejudicado outras pessoas. Eu nasci assim, vou crescer assim, e vou morrer assim!”.

Não podemos entender a mensagem de amor próprio e auto-aceitação de forma errada. Essas mensagens têm um objetivo único: Nos levar o mais perto possível daquilo que REALMENTE somos, para que sejamos REALMENTE felizes, apesar de tudo.

Borá lá?

Fiz minha primeira lista, com meus maiores defeitos. E ela ficou assim:

1. Preguiça | Procrastinação:
10 DEFEITOS - PROCRASTINAÇÃONão tenho dúvidas que este é o meu maior defeito. De fato, é o que mais tem me prejudicado. Quando menciono a preguiça, não falo naquele sentido de ser dorminhoca, de querer descansar depois de me alimentar, ou coisas desse tipo. Mas, preguiça de me socializar, por exemplo. E a péssima mania de procrastinar. Eu adio, tudo. Deixo tudo para um amanhã, qual nem sei se existirá. Isso me faz deixar tudo para última hora. Isso faz com que eu realize menos do que poderia realizar. Isso me afasta de viver novas experiências. E atrasa a resolução de problemas; como por exemplo, conversar sobre aquele assunto meio complicado, por simplesmente achar que isso pode ser resolvido outra hora. E principalmente: Me priva de viver momentos incríveis. E é extremamente prejudicial não apenas para mim, mas a todos que convivem comigo.

Minha principal estratégia para mudar: Fazer planos e cumpri-los, sem medo. Não adiar reuniões, encontros, conversas, viagens. Substituir a palavra: “Amanha eu faço” por “Ok. Vou fazer agora!”. Continuar sendo honesta sobre isso (sim! Sou o tipo que adia um compromisso e diz: “Vamos marcar pra outro dia? Por que estou com preguiça!”), mas sempre certa de que cada vez que adio um plano, um encontro, uma conversa, estarei perdendo uma oportunidade. Adiar apenas quando houver necessidade real.

2. Individualismo | Excesso de auto-suficiência:
10 DEFEITOS - INDIVIDUALISMO
Cresci sendo a única menina da casa. Além disso, sempre estive submetida a muitas doutrinas e regimes tradicionais. “Menina, conversa com menina”. “Menina, brinca com coisas de menina”. “Menina, senta como menina”. “Menina, menina”. E apesar de ter burlado o sistema, e de ser um projeto de menininha que não deu muito certo, devo admitir que por conta disso, me tornei muito individualista. Estou acostumada com “meu”, “pra mim”, “eu”. Justamente por isso, não me importo muito em estar sozinha. Para mim, estar acompanhada por outra pessoa (ou outras pessoas), ou não, é um “tanto faz”. Aprecio minha própria companhia (até demais!), gosto do meu próprio silêncio, e gosto muito de mim. Às vezes, acho melhor ficar sozinha, do que ter gente por perto. E ser assim, fez de mim, uma mulher independente demais. E isso me leva a um orgulho desnecessário; daqueles que não pede ajuda, não reconhece fraqueza, etc. E mesmo sendo compreensiva, uma boa ouvinte, e de não reter nada de bom aos outros, sempre sinto que não sei ser retribuída, não ser receber. Pra mim, o que eu sou e faço, já está suficiente. Preciso dizer que excesso de auto-suficiência é prejudicial? Não, né?giphy

Minha principal estratégia para mudar:
Vou começar devagar. Apreciar e explorar o quão bom pode ser ter outras pessoas por perto. Não apenas aconselhar, ouvir, ser colo e ombro das pessoas que se achegam a mim Mas, abrir mais os meus ouvidos para ouvir conselhos dos outros. Exercitar o meu coração para receber colo, carinho e aconchego alheio. Continuar amando minha própria companhia. Mas apreciar sobremaneira, quem estiver ao meu lado. Afinal, ninguém tem a capacidade de ser plenamente feliz, sozinho. Aprender que há lacunas em mim, que podem ser preenchidas pelo o que as outras pessoas têm a me oferecer.

3. Insônia | Lutar contra o sono:10 DEFEITOS - INSONIAFalar sobre meus defeitos, e não mencionar a insônia, seria o mesmo que não reconhecer o quanto isso me prejudica. Apesar de amar a vida noturna, e de ficar muito mais concentrada e criativa durante a madrugada, acabo sofrendo com improdutividade e falta de disposição durante o dia. Além de ter um sono completamente transtornado, fico lutando contra ele, quando ele vem. E aí, ele me vence pela exaustão. E é terrível ficar exausta. O grande problema, é que a exaustão vem quando você menos espera; pode ser durante uma reunião às 9h00, durante o desenvolvimento de um texto às 15h00 da tarde, ou durante um conversa importante, às 19h00 da noite.

Minha principal estratégia para mudar:
Tirar tudo o que me tia o sono, do quarto; notebook, livros, jogos, televisão, maquiagem, sapatos (sim, eu fico querendo experimentar roupa de madrugada). Tornar o ambiente mais clean possível, e aconchegante. E continuar reproduzindo playlists que incentivam o sono. E tentar dormir “No horário corretor”, independente do que esteja fazendo. Nada é mais importante do que uma boa noite de sono.

4. Desconfiança | Mania de perseguição cognitiva:
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Sou uma das pessoas mais desconfiadas quais já tive o azar de conhecer. Infelizmente, tenho dificuldade absurda em confiar nas pessoas. Quem convive comigo, sente-se completamente seguro e confortável em compartilhar qualquer coisa comigo. Mas, raramente, me sinto confortável a tal ponto. Gosto de conduzir minhas conversas. Gosto de estar sempre no controle. Talvez, seja esse o motivo de ser tão desconfiada, de ter tanto receio de colocar minhas fraquezas sobre uma bandeja e entregá-la à outra pessoa. São raríssimas as pessoas que já conseguiram chegou ao ápice de minha confiança. Raras. E apesar de amar a mensagem de “se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo”, às vezes, a carga fica pesada demais. Às vezes, o coração quer explodir. Às vezes a gente quer “atirar alguns pratos”, soltar o verbo e despejar os acúmulos.

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Um salve pra galera do Ensino Médio, que me apelidou de House. 

Minha principal estratégia para mudar:
Compartilhar muito mais coisas com meus amigos. Ser mais segura acerca da escolha que fiz em ter cada um deles na minha vida. Ter certeza de que os tenho, e que eles me têm também. Entender que quando confio neles, estou retribuindo a confiança que depositam em mim. Não existe nada de errado nisso. Corro risco de me decepcionar? Sim! Mas, não vale a pena viver trancado dentro de uma bolha, só pra evitar as decepções.

5. Sarcasmo | Ironia:
Ser sarcástica e irônica, tem o seu momento de graça. Mas quase sempre, é algo que insulta e resulta em discussões e tensões. O que por sua vez, é bem desagradável. Já entrei de cabeça em muitas discussões, que começaram com uma ironia, ou um sarcasmo inapropriado. Só que, acho que estou fugindo tanto de discussões hoje em dia, que resolvi diminuir as doses desse excesso todo. Juro que já mudei muito sobre isso. E espero melhorar cada vez mais. giphy1

Minha principal estratégia para mudar:
A ideia é manter o equilíbrio. Aprender a usar a ironia e sarcasmos, sem ofender, insultar e magoar as pessoas.

6. Desastrada:
10 DEFEITOS - DESASTRADA
“Ser desastrada, tem seu charme”. Okay. Sabemos. Mas, não dá pra negar que pessoas desastradas tendem a passar por grandes apuros na vida. Eu, por exemplo (juro gente! Sou o melhor exemplo de desastre), vivo quebrando coisas (em lojas, na casa das pessoas, em minha própria casa, etc). Machuco pessoas (esbarrando, tropeçando e me apoiando nelas, derrubando elas junto comigo, etc). Me machuco e corro risco de morte constante  (vivo tropeçando no meio da rua, me queimando, derrubando vidro, pisando em buracos, chutando pedras, por exemplo). E por ser assim, acabo dificultando muito meus diálogos. Se estivermos conversando sobre algo muito sério, provavelmente, você vai cair na gargalhada em algum momento, por alguma coisa bem bizarra que farei durante a conversa. Já derrubei café na visita, enquanto ouvia ela contando sobre como o divórcio dela havia sido algo terrível. Já queimei as mãos ao esquecer de colocar a luva para retirar a forma de bolo do forno. Já dei um tapa na cara de algum estranho na rua, enquanto articulava meus braços durante um assunto complicado. Já fiz coisas que dão muita vergonha. Parece legal, mas não é. É sério.

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Um salve pra Jessica, que me chama de miss simpatia).

Minha principal estratégia para mudar:
Realizar mais atividades que exijam minha total concentração. Parar de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Focar apenas no que é mais importante naquele momento. Olhar para o chão enquanto estiver andando. Parar de mexer os braços enquanto converso. Tentar agir naturalmente. Não respirar.

7. Perfeccionismo:

10 DEFEITOS - PERFECCIONISMO

Parece piada. Mas não é. Sim, eu sou uma pessoa exigente, e perfeccionista e desastrada. Sim. Sempre pensei que era apenas desastrada. Até as pessoas que convivem comigo, começarem a pontuar todas as vezes que eu  alinhava demais, organizava demais, planejava demais, exigia demais. Sou o tipo de gente que coloca todos os cabides para a mesma direção. Sou o tipo de pessoa que separa as coisas por tamanho e por cor. Sou o tipo de pessoa que não se conforma com coisas desalinhadas. Sou o tipo de pessoa que fica com a mão coçando, quando algo está aparentemente fora de sincronia. A Patrícia (psicologa), disse que isso tem nome. Nem quis saber qual era. U.U E bom, também posso dizer que esse perfeccionismo todo, me deixa super critica. Critico demais. Ou seja: Um defeito que pode ser dividido em vários. Mas beleza. Tô aprendendo, gente. Juro.

Minha principal estratégia para mudar:
O básico e típico: “SEJE MENAS KIRIDA”.

8. Ignorar | Tratar com indiferença | Não dar importância:
10 DEFEITOS - INDIFERENÇA ORIGINAL
Não sou o tipo de ser humano mau e irracional, que vê alguém com fome e retem o alimento. Não sou o tipo de ser humano que nega o que é bom. Mas, se em algum momento da vida, alguém me magoar, me atingir, me decepcionar… Daí, lascou! Ela vai pra minha lista negra. Eu -provavelmente- irei retribuir isso (com muita força) tratando-a com indiferença. Provavelmente, irei ignorá-la, e não darei a menor importância a ela, pelo resto da vida. E talvez, você pensou: “E se ela pedir desculpas? Pedir perdão? Se redimir?”. Vou desculpá-la, perdoá-la e reconhecer a remissão. Massssss, mesmo depois disso, vou continuar no “caguei” pra ela. Problema, eu sei.

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Um salve prazamiga que adoram dizer que sou “meio Blair”. –‘

Minha principal estratégia para mudar:
Dar às pessoas as mesmas chances e oportunidades quais gostaria que elas dessem a mim, caso eu fraquejasse com cada uma delas. Ser um pouco mais flexível. Abrir mão.

9. Indiscrição | Não saber disfarçar:
10 DEFEITOS - INDISCRETA
Muitos chamam esse defeito de excesso de sinceridade. Mas, como enxergo a sinceridade como uma qualidade absurda, vou chamar essas características como “Indiscrição”. Que é de fato o que sou. Não sei ser discreta, em momento algum, e sobre nada. Tá tudo estampado na minha cara. Se tô feliz ou não, se gostei ou não, se estou satisfeita ou não, se amei ou odiei, se falei a verdade ou menti; vai estar tudo bem aqui nessa carinha de pau. Sem contar que, maioria das vezes, sou indelicada e estou sempre soando grosseira. Não sei ser educada, discreta, delicada quando se trata do que estou sentindo genuinamente. Complicado.

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Minha principal estratégia para mudar:
Lembrar que fui muito bem educada. Lembrar que não posso confundir “ser verdadeira” com “ser indiscreta” ou “ser indelicada”. Lembrar que assim como eu não sou obrigada a gostar de algo, as pessoas não são e nunca serão obrigadas a me agradar sempre. Lembrar que minhas caras, bocas, palavras e atitudes, podem machucar quem está a minha volta. Ser menos espada.

10. Extremista:

10 DEFEITOS - EXTREMISMO

Ou preto, ou branco. Ou quente, ou frio. Ou gosto, ou não gosto. Raramente, uso o termo “talvez”. Ou mergulho de cabeça, ou me mantenho longe d’agua. Ou estou de corpo e alma, ou simplesmente não estou. Ou sou boa, ou sou má. Ou concordo, ou não concordo. Ou apanho, ou bato. E assim por diante. Sou sempre muito extrema. Nunca consigo “neutralizar” situações, ou ser mais flexível diante de algumas circunstâncias. Isso me prejudica bastante. E acredito que todos os defeitos mencionados acima, chegam bem aqui:
na necessidade absurda que tenho de manter o equilíbrio das coisas. O equilíbrio é um dom divino, fundamental para que sejamos felizes e contentes com quem realmente somos, e a maneira como temos vivido. Quando mantemos o equilíbrio, estamos sendo sábios. E a sabedoria é, sem dúvidas, uma das maiores e melhores dádivas que alguém pode alcançar na vida.


Essa foi minha lista. Agora, deixo aos meus leitores e amigos a mesma missão: Listar seus 10 principais defeitos, e compartilhá-la com seus amigos, para que jusos possamos alcançar o equilíbrio, a sabedoria. Combinado?

Obs: Se você não tem um blog, pode publicar em uma de suas redes sociais. Ou se não estiver vinculado a nada disso, me mande um e-mail: pontodalira@gmail.com pra trocarmos figurinhas. Será ótimo, tenho certeza. Boa sorte! ❤


ASSINATURA BLOG

 

Comportamento: Confiança é substituir a razão por fé

Meus últimos dias foram um tanto caóticos. Dentro de mim, uma bagunça foi generalizada. Pouco a pouco, estou alinhando tudo por aqui, e encontrando o eixo. Está tudo bem.

O ocorrido com o meu irmão, tem me levado a pontos extremos, aonde tenho sido imersa a pensamentos intensos e profundos. E em momentos assim, costumo analisar minha vida como um todo; como tenho sido com quem está ao meu redor, os tipos de pessoas que tenho atraído pra perto, e assim por diante. E andei pensando muito sobre confiança.

Essa semana, quatro pessoas diferentes (poderia mencioná-las, mas acho que não convém) disseram que mesmo não me conhecendo muito bem, elas sentiam-se tranquilas a compartilhar quaisquer coisa comigo, pois eu transmitia confiança. Uma dessas pessoas, até usou uma frase que marcou muito: “Você é uma pessoa diferente de qualquer outra que eu já conheci. Muito obrigada mesmo! Eu sinto que posso me abrir com você sobre qualquer assunto… Você me transmite calma, paz, confiança… Não sei explicar.”. Meu coração se alegrou de um jeito, que ao ler essas palavras, me emocionei muito. E naquele momento, me senti a pessoa mais importante do mundo inteiro. E pensei: “Darei valor a isso, enquanto eu viver!”.

E é sobre confiança que iremos falar hoje.

Conquistar minha amizade, é simples. Todos os dias, pessoas diferentes, cruzam o meu caminho. E meus braços estão sempre escancarados para recebê-las. Em minhas mãos, ofereço o melhor que eu tiver. Sou boa em oferecer. E costumo ser sempre muito honesta sobre isso. Quando tenho algo a oferecer, o faço. Quando não tenho, me apresento como estou – de mãos vazias. Mas a mesma proporção de habilidade que tenho em abrir meus braços para receber alguém em minha vida, é a proporção que tenho na grande dificuldade de abrir o meu coração e receber o quê está sendo oferecido a mim. Para falar a verdade, ofereço tanto, que nem sei se sei receber alguma coisa. E aí que mora o grande desafio a quem escolhe caminhar ao meu lado. Principalmente, quando o quê essa pessoa traz nas mãos, é essa coisa de cristal, com uma placa escrito: “Confie em mim!”.

Conquistar a confiança de alguém, pode levar muito tempo. Muito tempo. Precisa de muita disposição e paciência para fazer isso. E eu sou uma dessas pessoas, quais leva-se bastante tempo para que eu aceite o presente do “Confie em mim”. Tem gente, que -exatamente por este motivo- não se aproxima de mim. Puro receio. Mas não precisa ter receios. Meus braços estão sempre abertos; sem necessidade de tirar camadas para chegar até ele. Já o meu coração… Você vai precisar ter muita calma!

Observo tudo e todos, minuciosamente. Me apego aos detalhes. Sinto cheiro de más intenções. Reconheço gente mal intencionada de longe.

Não deposito confiança facilmente. Inclusive, me lembrei da cena de um de meus livros de cabeceira (Le Petit Prince), aonde o principezinho está a procura de um amigo, e oferece-se para ser amigo de uma raposa que encontra no caminho. E a raposa, desconfiada, dá uma resposta racional ao principezinho, dizendo que não poderia ser amiga dele, pois ele não havia a cativado ainda. Então, o principezinho pergunta a ela o quê significa “cativar”. E ela responde: “Uma coisa muito esquecida. Significa ‘criar laços’. E ela continua… “Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. Eu não tenho necessidade de ti. Tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo… Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…”

Preciso acrescentar algo aos dizeres da raposa?

Valorize cada pessoa que possa por sua vida, mas não desperdice confiança. Permita-se ser cativado e cative. Seja paciente. Valorize cada segredo que lhe é contado, cada desabafo que lhe é feito, e cada devaneio que presencia. Valorize quem tira suas armaduras quando está perto de você. Seja alguém de confiança. Entenda quê se essa pessoa desnudou sua alma a você, ela -no mínimo- o enxerga como um LAR. Lar é o único lugar que nos recebe como somos. E a gente só se sente bem na casa de quem conhecemos bem, e temos intimidade. Se deseja receber alguém em sua casa, limpe-a. Não abra as portas de sua casa se ela estiver suja, bagunçada. A não ser que essa pessoa vá te ajudar a limpar toda essa sujeira e organizar toda a bagunça. Caso contrário, ela só sairá por aí, contando a todos sobre a sua condição. Acredite se quiser: O mundo está cheio dessas pessoas. Por pior que isso soe, essas pessoas estão por toda parte. Inclusive, a nossa volta. Sim! A nossa volta!

Mas uma coisa é fato: Elas podem até estar a nossa volta, serem nossos vizinhos, mas não poderão caminhar ao nosso lado. Até por quê, existe uma grande diferença em “estar perto” e “estar junto”. Uma grande diferença em “ser próximo” e “ser um”.

Dedico esse artigo a cada pessoa que passa por minha vida, e pacientemente, me cativa.
Que estejamos juntos, e sejamos UM.


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Uma conversa franca: “Merda não se joga no ventilador!”

Sabe o quê está faltando em nossas vidas, em um aspecto completo para que tenhamos qualidade de vida?
Bom senso e equilíbrio.

Fico observando o nosso comportamento, e penso o quão imaturos somos. Sim. A imaturidade tem sua graça. Mas, muitas vezes, desgraça. E ultimamente, o quê mais tenho visto na internet, é: 1. Pessoas imaturas. 2. Histórias desgraçadas. 3. Comportamentos negativos. Um seguido do outro. Para ser mais precisa, a cada atualização.

Essa semana, passei mais tempo na internet do quê o normal. E veja bem, fico muito tempo na internet. Porém, essa semana, fiquei muito-muito-muito mais conectada do quê o normal. E consequentemente, visualizei muito mais “histórias recentes” do quê o normal. Por hora, devo confessar, pensei que os meus feeds eram uma espécie de “confessionário”, “muro das lamentações”, “Diário adolescente”, ou algo do tipo. Me vi “bufando” de tédio em vários momentos. E pensava: “Pra quê isso, cara?”. Em uma parâmetro justo, seria 85% de queixas e dramatização virtual, 10% de conteúdos relevantes, e 5% de conteúdos “super relevantes”. Parece exagero, mas não é.

Precisei de uma semana inteira conectada a internet (especialmente ao Facebook), pra me sentir no meio de um bocado de gente ingrata, dramática,

Me vi praticamente “ligada no automático”, “desfazendo amizade” com o montão de gente. E quanto mais “amizades” desfaço, melhor me sinto, melhor me torno. Aquela velha história: “Menos, é mais!”. O porquê? Simples: Gente tóxica, nos desfaz. Nos desmontam por inteiro. Todo esse excesso de negatividade, nos afeta diretamente, sim!  E não venha me dizer que “não te afeta”. Por quê, mesmo que inconscientemente, em segredo – afeta sim! Nossa mente e coração, têm uma sincronicidade perfeita com o “tudo” e o “todo”. Tudo o quê acontece a nossa volta, tem o poder de nos reprogramar, seja positivamente ou negativamente.

Mas, deixaremos esse assunto para outro dia.

Em resumo, o quê estou sentindo nesse momento, é que: Eu não quero gente tóxica em minha vida. Por motivos óbvios e meus.

Cansei dessa dramatização virtual que a maioria das pessoas fazem em suas redes sociais. Cansei de gente com “Cérebro infértil”. Gente que não pensa antes de agir. Gente que simplesmente age, simplesmente faz, sem se quer cogitar a hipótese de viver consequências de todas as suas ações. Gente que não pensa no quanto suas atitudes podem afetar as pessoas que estão a sua volta. Gente emocional demais, que simplesmente quer agir, e age. Age negativamente, sempre! Quer ser? Seja. Quer agir? Aja! Seja o quê você quiser, e aja como quiser. Mas, longe de mim.

Talvez, esteja sendo um pouco dura com este comentário. Mas eu juro que precisava conversar sobre este assunto com você. Até por quê, tudo o que nos provoca certa irritabilidade, manifesta dentro de nós, um desejo enorme de mudar aquilo. E pensando bem, por quê não tentar?

Sejamos mais polidos. Se há em nós uma necessidade de atenção desenfreada, desejo francamente, que sejamos preenchidos por Deus, pela vida, pelo universo, pelo amor… Ou seja lá o quê nos falta. Que possamos agir com sabedoria, e com honestidade; reconhecendo que essas estratégias para que as pessoas nos enxerguem, são inúteis. Completamente negativas. Elas nos transformam em algo que não somos, que não viemos para ser.

Vejo “gente grande de mente pequena“, vindo nas redes sociais e “quebrando pratos” por qualquer motivo, “atirando merda no ventilador” toda hora. Deus nos livre dessa condição. Deus nos livre desse tipo de comportamento. Deus nos livre desse tipo de gente.

Aprende uma coisa, de uma vez por todas: Facebook não é “muro das lamentações”. Nós já sabemos que Deus não tem Facebook. E principalmente: Merda não se joga em ventilador.

Tenho absoluta certeza de que cada pessoa sabe aonde o sapato lhe aperta. E que há momentos na vida, que a única alternativa que temos é ser forte! é “gritar pra todo mundo ouvir”. Sei muito bem, que às vezes as circunstâncias da vida, nos assusta. E com medo, corremos pra qualquer lugar (lê-se “Facebook”). Sei bem, que todo mundo tem seus espantos, males e lutas a serem vencidas. E que a grande maioria das vezes, a internet é o nosso “refúgio”. Eu sei. Mas, você precisa cuidar do seu coração. E expô-lo na internet, não é (e nunca será!) a melhor maneira de fazer isso. Procure ajuda. Converse com alguém que possa lhe ajudar. Experimente um pouco da quietude. A vida tem dessas coisas, e aprendemos a beça nesses momentos. Não precisa ser forte o tempo todo, segurar as lágrimas, engolir o choro… Mas busque SIM uma coluna ereta, mente aberta e um coração tranquilo. Seja EXATAMENTE o quê você nasceu pra ser. Seja uma pessoa grande, que pensa grande!

Estamos juntos nessa!

Ah, aproveitando… Você já leu esse texto, sobre “quietude”? Escrevi pra você! ❤

Obs: Você pode até jogar e merda toda no ventilador. Mas não se esqueça: As mãos que vão ficar fedendo, são as suas. E quem vai limpar tudo, é você.


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Fracassei, e agora?

Por Thais Lira

fracassar

Devo confessar que: não desisto facilmente das coisas. Sempre foi uma característica que faz parte de mim. Quando era um pouco mais nova (e enxergava as coisas de um jeito um pouco mais fácil), sempre dizia que “se eu quiser alguma coisa, eu conseguirei”; pois faria o que fosse preciso para que essa “coisa” acontecesse. Sempre quis ultrapassar meus próprios limites. Nunca fui de me impor limites. E nunca deixei que colocassem limites em mim. “Eu vou até o fim!”, era minha frase predileta. Acontece que as circunstancias da vida, acabam mudando a gente por inteiro. A gente acaba aprendendo a respeitar nossos próprios limites. Foi exatamente o que aconteceu comigo. Acabei me curvando. Compreendi e aprendi que algumas vezes, “o fim” nem sempre significa que chegamos ao topo, que conseguimos o que queríamos, que estamos no alto, que conquistamos, que vencemos… Bom seria se vencêssemos e estivéssemos no topo sempre. Mas não é assim que as coisas funcionam. A grande verdade, é que em alguns momentos da vida (por mais persistentes e insistentes que sejamos), “o fim” não sera aquele “fim promissor”, qual a gente espera. Sera o fim, de fato. Muitas vezes, iremos falhar. Iremos fracassar. Estaremos curvados, com a cara no chão. Mas, não devemos nos render a nos mesmos. Precisamos absorver o ensinamento que os “lugares baixos” nos trazem. Um desses ensinamentos, eu aprendi. Aprendi que as pessoas que tentam fazer alguma coisa, e acabam falhando e fracassando, não devem sentir-se inferiores aos que conseguiram. Conseguir, vencer, chegar aonde queremos, é – e sempre sera – algo bom. Mas, a tentativa é algo fundamental na vida do ser humano. O ponto mais alto, mais promissor na vida do ser humano, não é quando ele tenta e chega ao topo. E sim quando ele fracassa, e tenta novamente, depois disso. As pessoas que tentam e falham, são infinitamente melhores do que aqueles que simplesmente não tentam.

o-fracasso

 


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