Devo te esperar, ou te esquecer?

Devo te esperar ou te esquecer - Blog da lira (3)Os dias têm passado depressa. Lentamente, caminho sobre cada um deles. Às vezes, debruço. Aprendi a lidar com a falta, com a inquietude, com minha própria e momentânea solidão. Aprendi a aquietar. E por mais conturbado que estejam sendo os meus dias, permaneço firme em meus propósitos. E assim, sigo meu próprio fluxo. Sempre certa de que o essencial não é estar a frente do tempo, contra o tempo, mas em carregar a certeza que tudo acontece em seu próprio tempo.

Isso soa tão bem resolvido em minhas palavras. Daí vem você e muda todas as minhas certezas de lugar.

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Menina, você pode ser o que quiser!

Menina, você pode ser o que quiser!

Se há alguns anos atrás, a palavra empoderamento estivesse tão em evidência, sem dúvidas, seria minha principal definição; especialmente durante a minha transição da adolescência à vida adulta. O que costumavam chamar de personalidade forte, hoje seria empoderamento, poder, autoconfiança. Coisa que tenho e transborda. 

De fato.

Sempre fui geniosa e impulsiva. Por várias vezes, fui chamada de “rebelde sem causa“. Muita gente jurou de pés juntos, que não iria muito longe se continuasse sendo “daquele jeito”. Precisei de muita personalidade e muito suporte para não ter me deixado ser todas as coisas negativas que ouvia a meu respeito.

Mas veja bem, foi exatamente aquele meu jeito, que me levou a um percurso – que mesmo sendo árduo- me trouxe exatamente aqui, onde me encontro agora.

Sim, me encontro. Me encontro exatamente aqui, sendo eu mesma. Sendo quem sou. Quem escolhi ser. 

Foram todas aquelas vezes, que feito uma garota mimada, batendo os pés no chão querendo algo, que aprendi a tomar decisões, a fazer escolhas, a insistir, e principalmente: a receber o não

Foram todas aquelas vezes, respondendo os mais velhos e tendo uma resposta para -quase- tudo, que aprendi a formar minhas opiniões e me posicionar acerca das circunstâncias da vida. Foi sendo “respondona”, que aprendi a não curvar a fronte quando sou confrontada. A não me submeter a situações humilhantes. A não me curvar perante os desafios da vida. A não me sentir inferior diante do gigante alheio. A enxergar minha grandeza e enxergar o gigante que tenho bem dentro de mim.

Foi sendo exatamente daquele jeitinho, que aprendi a importância da fala, da vez, da voz, e sobretudo, do silêncio amparado de razão e sabedoria.

Foram todas as vezes que ergui o peito e enfreitei os “grandalhões”, que aprendi a olhar meus gigantes interiores e exteriores com olhos de justiça e com vestes de coragem. Aprendi a enfrentá-los, sempre que fosse necessário. Aprendi o mesmo sobre os monstros. A propósito, quantos monstros, ein? Venci todos eles. Um a um.  E continuo aqui, dia após dia, vencendo-os. 

Foi exatamente sendo aquela menina geniosa e impulsiva, que descobri o que era a ambição. E foi a ambição que me ensinou a não ter pressa. A ir com calma

Já fui com tanta pressa, que perdi todas as minhas forças. Já corri tanto, que fiquei sem ar. Já tropecei tanto, que me enchi de feridas. Já fui tão rápido, que não cheguei a lugar algum. Me cansei tanto, que só tive como alternativa o ir devagar. E assim tenho ído.  

Com calma, pra ir bem longe. Ou simplesmente, ir para onde eu quiser. Porque eu nasci pra SER. Ser quem eu quiser.

Desculpe, mas isso não é normal.

Desculpe, mas isso não é normal.

Bonsoir, como vocês estão? Espero que esteja tudo bem por aí.

Antes de começar essa conversa, preciso que assista um vídeo. Peço por favor, que não o assista perto de crianças e adolescentes. Principalmente crianças, tendem a reproduzir comportamentos. Por isso, seja sábio. Se for fazê-lo, peço encarecidamente que, após o vídeo, tenha uma conversa sobre o assunto com essas crianças e esses adolescentes. É importante. Trata-se de uma “brincadeira” me recuso a chamar de brincadeira, o que de fato, não é uma brincadeira mas o assunto é muito mais sério do que parece. Gratidão.

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Você é deslumbrante quando se sente bem

Você é deslumbrante quando se sente bem

Por Thaís Lira

Tudo o que me tira da zona de conforto, me causa estranheza. E não há uma só vez que me sinta realmente incomodada com algo, e não me faça a seguinte pergunta: qual a razão de me incomodar tanto? Qual o motivo do incomodo? Qual o porquê, desse situação me deixar tão desconfortável?

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O que você sente por si mesmo?

O QUE VOCÊ SENTE POR SI MESMO - BLOG PONTO DA LIRA

Não se sinta tão mal, por não ser tão bom sempre. Existem bagunças muito positivas.

Desde muito pequena, desenvolvi uma personalidade muito forte. Cheguei a dar muito trabalho aos meus pais, pelo excesso de força que expunha através de meus comportamentos. Cresci sendo uma garota muito geniosa! Era conhecida entre as pessoas, por essa característica (se é que posso chamar de característica). Para mim, tudo precisava estar perfeito (conforme as minhas percepções, é claro!). Sempre fui muitíssimo detalhista, observadora, e perfeccionista. Tanto que quando algo estava diferente do que esperava que estivesse, agia de forma impulsiva tanto sobre mim, quanto sobre os outros. E a longo prazo, tudo isso foi tornando-se cada vez mais negativo. Quando era uma criança, ou uma adolescente; as pessoas a minha volta, relevavam meus comportamentos. Afinal, era”apenas uma criança”, “apenas uma adolescente”. E tudo não passa de uma fase. Mas os anos vão passando. A maioridade já fazia estádia em minha vida. E precisa mudar. Caso contrário, perderia todas as pessoas a minha volta.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é.

Apesar de cometer erros, fazia o que estava ao meu alcance para evitá-los. E sempre que cometia algum erro, entrava em um processo doentio, que mais parecia uma mutilação psicológica do que simplesmente culpa ou arrependimento. Sempre fui muito intensa sobre isso (e sobre tudo, confesso!). E apesar de passar por esses processos extremos, não aceitava ajuda externa. Pelo contrário, criei escudos. Sempre que alguém vinha até mim para me ajudar a lidar melhor com essas situações, respondia quase que automaticamente: “Sou assim, e não vou mudar por causa de ninguém”.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é. Ok. Mas e você? Se ama e aceita como é?

Daí, a vida vem e vira a gente do avesso. Nos bagunça por completo. De repente, não são apenas nossos livros que estão desalinhados, ou nosso guarda-roupa com as cores fora de escala. A bagunça é caótica e generalizada, bem dentro da gente.  E aí, a gente descobre que -de fato- quem nos ama, nos aceita como somos. Mas esse processo, precisa começar dentro de nós. Jamais seremos verdadeiramente amados, quando não somos capazes de amarmos a nós mesmos.

Exerça o amor próprio. A partir daí, você saberá o que é ser amado verdadeiramente pelo o que você é.

Não conseguia reconhecer isso, mas…  O meu grito por ajuda, começava por meu comportamento. Por mais que vestisse várias armaduras, e fingisse –muito bem– que para mim estava tudo ótimo, uma voz gritava com muita força dentro de mim: “Quero, e preciso mudar! Não amo a pessoa que tenho sido. Não quero ser assim! Este não é meu eu verdadeiro”.

O processo de mudança, não é simples, mas é necessário.

Abri a minha mente, para a desconstrução. Abri minha alma para a cura. Abri meu coração para as mudanças e para o amor próprio. E apesar de saber que há um longo caminho pela frente, já posso afirmar que: Não há nada melhor do que estar bem consigo mesmo. Não há nada melhor do que amar a si.

Quando o amor nos preenche por completo, ele transborda, e invade quem está a nossa volta.

E foi exatamente o que aconteceu comigo. Descobri que só seria verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando passasse a amar verdadeiramente e inteiramente quem realmente era. Ou melhor, descobri que só serei verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando amo quem realmente sou.

E você? O que sente sobre si mesmo?

Gratidão por me ler. É honroso para mim. ❤


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Eu nasci assim, cresci assim e vou morrer assim?

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Sempre fui o tipo que “deu a cara aos tapas”. E confesso: Achava isso bacana. Achava autêntico. Achava que ser “Boca dura, boca grande”, fazia parte de minha personalidade. Achava que isso me tornava ainda mais verdadeira. Afinal, “eu falo mesmo! Falo na cara!”. Daí aprendi que ser honesta, sincera e ser alguém de verdade, não significa que eu deva ser insensível, indelicada, insensata. Vestia-me daquela típica vestimenta arrogante, de “Gabriela” (me perdoem as Gabrielas, pela referência): “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”.

Daí, vem o tempo. E com ele, as circunstâncias. Elas vêm e nos contorna, pra que a gente e aí, a gente se torna quem realmente é. A gente amadurece. A gente cresce. A gente entende que o tempo é fundamental. A gente entende que somos nós mesmos, quem cria a nossa própria realidade. A gente se conscientiza que, nós somos os principais responsáveis. E que a vida passa depressa, e como um sopro. A gente aprende que aquela pessoa que fomos ontem, já não somos mais no instante “agora”. A gente aprende que só existe o agora.

A grande verdade, é que a gente acaba provando o verdadeiro caos, a desordem, a destruição, a desconstrução; e acabamos descobrindo que não existe nada melhor do que ESTAR EM PAZ. E estar em paz, vai muito além de frases clichês, de textos nas redes sociais, de imagens bonitas abraçando uma árvore. O “estar em paz” é algo que acontece dentro de nós mesmos, independente de como estão as coisas estejam do lado de fora.


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Teste Psicológico: O que realmente importa a você?

O que mais importa a voce - teste psicologico - blog ponto da lira

Estava navegando pelo site Incrível (que por sinal, trata-se de um dos sites que mais gosto de navegar durante a semana). E havia um teste psicológico, qual achei super interessante. De primeira, amei a ideia do teste se passar em um bosque (tenho fascínio por bosques). E quando li o significado de cada resposta, achei bastante proveitoso. Por isso, gostaria de compartilhar o teste, juntamente com os meus resultados com cada um de vocês. Espero que gostem.


Antes de continuar, tenha à mão papel e lápis. Depois de ler cada pergunta, escreva imediatamente a resposta. Não permita que seu cérebro analise a resposta. Escreva ou desenhe o que vier primeiro à sua cabeça.

Aqui estão as perguntas.
Desative sua lógica por um momento, já que você precisa estar concentrado no jogo com seu subconsciente.

  1. Imagine que você está com alguém em um bosque. Quem é essa pessoa?
  2. Você anda pelo bosque e vê um animal não muito longe de você. Que animal é esse?
  3. O que acontece quando seu olhar cruza com o do animal?
  4. Você segue caminhando pelo bosque e sai em um campo aberto, e nele está a casa dos seus sonhos. De que tamanho ela é?
  5. A casa possui uma cerca?
  6. Você entra na casa, vai à sala de jantar e olha a mesa principal. Descreva o que você vê a seu redor.
  7. Você sai da casa pela porta dos fundos e vê um copo na grama. De que material ele é feito?
  8. O que você faz ao ver o copo?
  9. Você chega ao fim da área que rodeia a casa. Há ali um curso de água (rio, lago, mar, etc.) Que curso de água é esse?
  10. Como você pensa em atravessá-lo para seguir adiante?

Agora, responda o teste. Só volte aqui para ler minhas respostas, quando as tuas já estiverem respondidas em seu papel.

Minhas respostas imediatas foram:

  1. Minha mãe, Verônica.
  2. Minha gatinha Marrie, quando ela ainda era filhote. 
  3. Uma sensação incrível. Comecei a sorrir. 
  4. A casa é pequena e singela. Parece uma casa de um Hobbit.
  5. A casa possui cerca na porta principal.
  6. Vi uma belíssima mesa posta. Uma louça incrível!
  7. Uma taça de metal, dourada.
  8. O pego e o coloco sobre a mesa, junto as demais louças.
  9. Um lago imenso, muito bonito.
  10. A princípio, uma ponte. Mas sigo de barco, por achar o lago muito grande.

As respostas que você deu às perguntas que nós propusemos revelam seus valores e ideais. Sugerimos que você as analise da seguinte forma:

  • A pessoa com quem você caminha é a mais importante da sua vida.
  • O tamanho do animal que você encontrou é, na verdade, o tamanho dos seus problemas no seu subconsciente. Quanto maior o animal, mais difícil para você é viver.
  • Sua reação diante do encontro com o animal é a sua maneira habitual de resolver seus problemas (agressividade, passividade, fuga).
  • O tamanho da casa que você viu são suas ambições. Se ela é grande demais é possível que tenha expectativas exageradas na vida.
  • Se a casa não tem cerca quer dizer que você é uma pessoa aberta e livre interiormente. Se há cerca em volta da casa, quer dizer que você valoriza seu espaço pessoal mais do que outros, e você espera que as demais pessoas respeitem isso. Quer dizer que você não é daqueles que entram no espaço pessoal de ninguém sem antes pedir permissão.
  • Se na sala de jantar você não viu comida, nem flores e nem pessoas, tudo indica que você é profundamente infeliz.
  • A resistência e a durabilidade do material do qual é feito o copo que você viu representa o quão resistente e durável você acredita que seja a relação com sua família. Por acaso era um copo de plástico ou de papel? De vidro? O mais provável é que você esteja preocupado com o futuro da sua família. Se, em seu subconsciente, o copo era feito de metal ou porcelana, você não tem o que temer.
  • O que você faz com o copo simboliza sua relação com a pessoa da primeira pergunta.
  • O tamanho do curso de água é o tamanho do seu apetite sexual, sua libido.
  • Quanto mais ’molhada’ for a forma escolhida por você para atravessar a água, maior é o significado do sexo na sua vida.

Importante: Você pode repetir o teste após alguns dias. Ele é reflexo de algumas características básicas da sua personalidade, mas também seu estado psíquico-emocional no momento em que você o responde.


Sobre o meu resultado:
Achei o teste bastante preciso e pertinente. Não sei como seria o resultado ontem. Mas hoje, diga-se de passagem, que foi um resultado bastante exato. Gostei bastante!

E o seu, como foi? Conta pra mim aqui nos comentários. Ou me envie um e-mail: pontodalira@gmail.com para conversarmos.

Beijo e queijo!

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Quais os seus principais defeitos?

Bonjour!
Como estão? Espero que estejam bem. Por aqui, vai tudo bem.
10 DEFEITOS - TOPO
Vem cá? Vamos conversar?

O artigo de hoje (vai ser grande), carrega boas doses de humor. Mas, sobretudo, o imenso desejo de compartilhar minha saga em busca de algumas mudanças interiores; que têm me levado a profundas reflexões sobre quem fui, quem tenho sido, e quem desejo ser. Nesse processo de busca, tenho feito inúmeras atividades, que têm me modificado – gradativamente – pouco a pouco. Dentre essas atividades, há a atividade de hoje. Chamei essa atividade de “Lidando om meus maiores defeitos”. O exercício consiste em três passos importantes: RECONHECER, REFLETIR e MODIFICAR. Reconhecer meus maiores defeitos, refletir sobre eles e sobre a maneira como eles têm me afetado e afetado quem está a minha volta. E por último, buscar estratégias e maneiras de ser mais equilibrada com relação a cada um deles, pra que eu seja uma pessoa mais feliz do que tenho sido.

Sou uma dessas pessoas que prega o amor próprio. Acho que devemos nos amar e nos apreciarmos como somos, sim! Até por que, enxergo o amor próprio como algo inteiramente ligado ao meu presente. À maneira como sou/estou aqui-agora. Mas isso não deve me fazer colocar um tampão sobre meus olhos, com relação aos meus principais defeitos, quais têm prejudicado não apenas a mim, mas as pessoas que amo. Vale ressaltar, que quando uso o termo “principais defeitos” estou os colocando como prioridade, pois são coisas que em algum ponto da vida, têm me prejudicado muito mais do que outras coisas. Combinado? Continuando…Em nada me adianta amar a mim mesma, amar minhas qualidades e aceitar meus defeitos, tornando-me mesquinha e egoísta, ao ponto de achar que está tudo bem assim. E ter aquele pensamento errôneo de: “dane-se se isso tem prejudicado outras pessoas. Eu nasci assim, vou crescer assim, e vou morrer assim!”.

Não podemos entender a mensagem de amor próprio e auto-aceitação de forma errada. Essas mensagens têm um objetivo único: Nos levar o mais perto possível daquilo que REALMENTE somos, para que sejamos REALMENTE felizes, apesar de tudo.

Borá lá?

Fiz minha primeira lista, com meus maiores defeitos. E ela ficou assim:

1. Preguiça | Procrastinação:
10 DEFEITOS - PROCRASTINAÇÃONão tenho dúvidas que este é o meu maior defeito. De fato, é o que mais tem me prejudicado. Quando menciono a preguiça, não falo naquele sentido de ser dorminhoca, de querer descansar depois de me alimentar, ou coisas desse tipo. Mas, preguiça de me socializar, por exemplo. E a péssima mania de procrastinar. Eu adio, tudo. Deixo tudo para um amanhã, qual nem sei se existirá. Isso me faz deixar tudo para última hora. Isso faz com que eu realize menos do que poderia realizar. Isso me afasta de viver novas experiências. E atrasa a resolução de problemas; como por exemplo, conversar sobre aquele assunto meio complicado, por simplesmente achar que isso pode ser resolvido outra hora. E principalmente: Me priva de viver momentos incríveis. E é extremamente prejudicial não apenas para mim, mas a todos que convivem comigo.

Minha principal estratégia para mudar: Fazer planos e cumpri-los, sem medo. Não adiar reuniões, encontros, conversas, viagens. Substituir a palavra: “Amanha eu faço” por “Ok. Vou fazer agora!”. Continuar sendo honesta sobre isso (sim! Sou o tipo que adia um compromisso e diz: “Vamos marcar pra outro dia? Por que estou com preguiça!”), mas sempre certa de que cada vez que adio um plano, um encontro, uma conversa, estarei perdendo uma oportunidade. Adiar apenas quando houver necessidade real.

2. Individualismo | Excesso de auto-suficiência:
10 DEFEITOS - INDIVIDUALISMO
Cresci sendo a única menina da casa. Além disso, sempre estive submetida a muitas doutrinas e regimes tradicionais. “Menina, conversa com menina”. “Menina, brinca com coisas de menina”. “Menina, senta como menina”. “Menina, menina”. E apesar de ter burlado o sistema, e de ser um projeto de menininha que não deu muito certo, devo admitir que por conta disso, me tornei muito individualista. Estou acostumada com “meu”, “pra mim”, “eu”. Justamente por isso, não me importo muito em estar sozinha. Para mim, estar acompanhada por outra pessoa (ou outras pessoas), ou não, é um “tanto faz”. Aprecio minha própria companhia (até demais!), gosto do meu próprio silêncio, e gosto muito de mim. Às vezes, acho melhor ficar sozinha, do que ter gente por perto. E ser assim, fez de mim, uma mulher independente demais. E isso me leva a um orgulho desnecessário; daqueles que não pede ajuda, não reconhece fraqueza, etc. E mesmo sendo compreensiva, uma boa ouvinte, e de não reter nada de bom aos outros, sempre sinto que não sei ser retribuída, não ser receber. Pra mim, o que eu sou e faço, já está suficiente. Preciso dizer que excesso de auto-suficiência é prejudicial? Não, né?giphy

Minha principal estratégia para mudar:
Vou começar devagar. Apreciar e explorar o quão bom pode ser ter outras pessoas por perto. Não apenas aconselhar, ouvir, ser colo e ombro das pessoas que se achegam a mim Mas, abrir mais os meus ouvidos para ouvir conselhos dos outros. Exercitar o meu coração para receber colo, carinho e aconchego alheio. Continuar amando minha própria companhia. Mas apreciar sobremaneira, quem estiver ao meu lado. Afinal, ninguém tem a capacidade de ser plenamente feliz, sozinho. Aprender que há lacunas em mim, que podem ser preenchidas pelo o que as outras pessoas têm a me oferecer.

3. Insônia | Lutar contra o sono:10 DEFEITOS - INSONIAFalar sobre meus defeitos, e não mencionar a insônia, seria o mesmo que não reconhecer o quanto isso me prejudica. Apesar de amar a vida noturna, e de ficar muito mais concentrada e criativa durante a madrugada, acabo sofrendo com improdutividade e falta de disposição durante o dia. Além de ter um sono completamente transtornado, fico lutando contra ele, quando ele vem. E aí, ele me vence pela exaustão. E é terrível ficar exausta. O grande problema, é que a exaustão vem quando você menos espera; pode ser durante uma reunião às 9h00, durante o desenvolvimento de um texto às 15h00 da tarde, ou durante um conversa importante, às 19h00 da noite.

Minha principal estratégia para mudar:
Tirar tudo o que me tia o sono, do quarto; notebook, livros, jogos, televisão, maquiagem, sapatos (sim, eu fico querendo experimentar roupa de madrugada). Tornar o ambiente mais clean possível, e aconchegante. E continuar reproduzindo playlists que incentivam o sono. E tentar dormir “No horário corretor”, independente do que esteja fazendo. Nada é mais importante do que uma boa noite de sono.

4. Desconfiança | Mania de perseguição cognitiva:
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Sou uma das pessoas mais desconfiadas quais já tive o azar de conhecer. Infelizmente, tenho dificuldade absurda em confiar nas pessoas. Quem convive comigo, sente-se completamente seguro e confortável em compartilhar qualquer coisa comigo. Mas, raramente, me sinto confortável a tal ponto. Gosto de conduzir minhas conversas. Gosto de estar sempre no controle. Talvez, seja esse o motivo de ser tão desconfiada, de ter tanto receio de colocar minhas fraquezas sobre uma bandeja e entregá-la à outra pessoa. São raríssimas as pessoas que já conseguiram chegou ao ápice de minha confiança. Raras. E apesar de amar a mensagem de “se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo”, às vezes, a carga fica pesada demais. Às vezes, o coração quer explodir. Às vezes a gente quer “atirar alguns pratos”, soltar o verbo e despejar os acúmulos.

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Um salve pra galera do Ensino Médio, que me apelidou de House. 

Minha principal estratégia para mudar:
Compartilhar muito mais coisas com meus amigos. Ser mais segura acerca da escolha que fiz em ter cada um deles na minha vida. Ter certeza de que os tenho, e que eles me têm também. Entender que quando confio neles, estou retribuindo a confiança que depositam em mim. Não existe nada de errado nisso. Corro risco de me decepcionar? Sim! Mas, não vale a pena viver trancado dentro de uma bolha, só pra evitar as decepções.

5. Sarcasmo | Ironia:
Ser sarcástica e irônica, tem o seu momento de graça. Mas quase sempre, é algo que insulta e resulta em discussões e tensões. O que por sua vez, é bem desagradável. Já entrei de cabeça em muitas discussões, que começaram com uma ironia, ou um sarcasmo inapropriado. Só que, acho que estou fugindo tanto de discussões hoje em dia, que resolvi diminuir as doses desse excesso todo. Juro que já mudei muito sobre isso. E espero melhorar cada vez mais. giphy1

Minha principal estratégia para mudar:
A ideia é manter o equilíbrio. Aprender a usar a ironia e sarcasmos, sem ofender, insultar e magoar as pessoas.

6. Desastrada:
10 DEFEITOS - DESASTRADA
“Ser desastrada, tem seu charme”. Okay. Sabemos. Mas, não dá pra negar que pessoas desastradas tendem a passar por grandes apuros na vida. Eu, por exemplo (juro gente! Sou o melhor exemplo de desastre), vivo quebrando coisas (em lojas, na casa das pessoas, em minha própria casa, etc). Machuco pessoas (esbarrando, tropeçando e me apoiando nelas, derrubando elas junto comigo, etc). Me machuco e corro risco de morte constante  (vivo tropeçando no meio da rua, me queimando, derrubando vidro, pisando em buracos, chutando pedras, por exemplo). E por ser assim, acabo dificultando muito meus diálogos. Se estivermos conversando sobre algo muito sério, provavelmente, você vai cair na gargalhada em algum momento, por alguma coisa bem bizarra que farei durante a conversa. Já derrubei café na visita, enquanto ouvia ela contando sobre como o divórcio dela havia sido algo terrível. Já queimei as mãos ao esquecer de colocar a luva para retirar a forma de bolo do forno. Já dei um tapa na cara de algum estranho na rua, enquanto articulava meus braços durante um assunto complicado. Já fiz coisas que dão muita vergonha. Parece legal, mas não é. É sério.

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Um salve pra Jessica, que me chama de miss simpatia).

Minha principal estratégia para mudar:
Realizar mais atividades que exijam minha total concentração. Parar de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Focar apenas no que é mais importante naquele momento. Olhar para o chão enquanto estiver andando. Parar de mexer os braços enquanto converso. Tentar agir naturalmente. Não respirar.

7. Perfeccionismo:

10 DEFEITOS - PERFECCIONISMO

Parece piada. Mas não é. Sim, eu sou uma pessoa exigente, e perfeccionista e desastrada. Sim. Sempre pensei que era apenas desastrada. Até as pessoas que convivem comigo, começarem a pontuar todas as vezes que eu  alinhava demais, organizava demais, planejava demais, exigia demais. Sou o tipo de gente que coloca todos os cabides para a mesma direção. Sou o tipo de pessoa que separa as coisas por tamanho e por cor. Sou o tipo de pessoa que não se conforma com coisas desalinhadas. Sou o tipo de pessoa que fica com a mão coçando, quando algo está aparentemente fora de sincronia. A Patrícia (psicologa), disse que isso tem nome. Nem quis saber qual era. U.U E bom, também posso dizer que esse perfeccionismo todo, me deixa super critica. Critico demais. Ou seja: Um defeito que pode ser dividido em vários. Mas beleza. Tô aprendendo, gente. Juro.

Minha principal estratégia para mudar:
O básico e típico: “SEJE MENAS KIRIDA”.

8. Ignorar | Tratar com indiferença | Não dar importância:
10 DEFEITOS - INDIFERENÇA ORIGINAL
Não sou o tipo de ser humano mau e irracional, que vê alguém com fome e retem o alimento. Não sou o tipo de ser humano que nega o que é bom. Mas, se em algum momento da vida, alguém me magoar, me atingir, me decepcionar… Daí, lascou! Ela vai pra minha lista negra. Eu -provavelmente- irei retribuir isso (com muita força) tratando-a com indiferença. Provavelmente, irei ignorá-la, e não darei a menor importância a ela, pelo resto da vida. E talvez, você pensou: “E se ela pedir desculpas? Pedir perdão? Se redimir?”. Vou desculpá-la, perdoá-la e reconhecer a remissão. Massssss, mesmo depois disso, vou continuar no “caguei” pra ela. Problema, eu sei.

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Um salve prazamiga que adoram dizer que sou “meio Blair”. –‘

Minha principal estratégia para mudar:
Dar às pessoas as mesmas chances e oportunidades quais gostaria que elas dessem a mim, caso eu fraquejasse com cada uma delas. Ser um pouco mais flexível. Abrir mão.

9. Indiscrição | Não saber disfarçar:
10 DEFEITOS - INDISCRETA
Muitos chamam esse defeito de excesso de sinceridade. Mas, como enxergo a sinceridade como uma qualidade absurda, vou chamar essas características como “Indiscrição”. Que é de fato o que sou. Não sei ser discreta, em momento algum, e sobre nada. Tá tudo estampado na minha cara. Se tô feliz ou não, se gostei ou não, se estou satisfeita ou não, se amei ou odiei, se falei a verdade ou menti; vai estar tudo bem aqui nessa carinha de pau. Sem contar que, maioria das vezes, sou indelicada e estou sempre soando grosseira. Não sei ser educada, discreta, delicada quando se trata do que estou sentindo genuinamente. Complicado.

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Minha principal estratégia para mudar:
Lembrar que fui muito bem educada. Lembrar que não posso confundir “ser verdadeira” com “ser indiscreta” ou “ser indelicada”. Lembrar que assim como eu não sou obrigada a gostar de algo, as pessoas não são e nunca serão obrigadas a me agradar sempre. Lembrar que minhas caras, bocas, palavras e atitudes, podem machucar quem está a minha volta. Ser menos espada.

10. Extremista:

10 DEFEITOS - EXTREMISMO

Ou preto, ou branco. Ou quente, ou frio. Ou gosto, ou não gosto. Raramente, uso o termo “talvez”. Ou mergulho de cabeça, ou me mantenho longe d’agua. Ou estou de corpo e alma, ou simplesmente não estou. Ou sou boa, ou sou má. Ou concordo, ou não concordo. Ou apanho, ou bato. E assim por diante. Sou sempre muito extrema. Nunca consigo “neutralizar” situações, ou ser mais flexível diante de algumas circunstâncias. Isso me prejudica bastante. E acredito que todos os defeitos mencionados acima, chegam bem aqui:
na necessidade absurda que tenho de manter o equilíbrio das coisas. O equilíbrio é um dom divino, fundamental para que sejamos felizes e contentes com quem realmente somos, e a maneira como temos vivido. Quando mantemos o equilíbrio, estamos sendo sábios. E a sabedoria é, sem dúvidas, uma das maiores e melhores dádivas que alguém pode alcançar na vida.


Essa foi minha lista. Agora, deixo aos meus leitores e amigos a mesma missão: Listar seus 10 principais defeitos, e compartilhá-la com seus amigos, para que jusos possamos alcançar o equilíbrio, a sabedoria. Combinado?

Obs: Se você não tem um blog, pode publicar em uma de suas redes sociais. Ou se não estiver vinculado a nada disso, me mande um e-mail: pontodalira@gmail.com pra trocarmos figurinhas. Será ótimo, tenho certeza. Boa sorte! ❤


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Comportamento: Confiança é substituir a razão por fé

Meus últimos dias foram um tanto caóticos. Dentro de mim, uma bagunça foi generalizada. Pouco a pouco, estou alinhando tudo por aqui, e encontrando o eixo. Está tudo bem.

O ocorrido com o meu irmão, tem me levado a pontos extremos, aonde tenho sido imersa a pensamentos intensos e profundos. E em momentos assim, costumo analisar minha vida como um todo; como tenho sido com quem está ao meu redor, os tipos de pessoas que tenho atraído pra perto, e assim por diante. E andei pensando muito sobre confiança.

Essa semana, quatro pessoas diferentes (poderia mencioná-las, mas acho que não convém) disseram que mesmo não me conhecendo muito bem, elas sentiam-se tranquilas a compartilhar quaisquer coisa comigo, pois eu transmitia confiança. Uma dessas pessoas, até usou uma frase que marcou muito: “Você é uma pessoa diferente de qualquer outra que eu já conheci. Muito obrigada mesmo! Eu sinto que posso me abrir com você sobre qualquer assunto… Você me transmite calma, paz, confiança… Não sei explicar.”. Meu coração se alegrou de um jeito, que ao ler essas palavras, me emocionei muito. E naquele momento, me senti a pessoa mais importante do mundo inteiro. E pensei: “Darei valor a isso, enquanto eu viver!”.

E é sobre confiança que iremos falar hoje.

Conquistar minha amizade, é simples. Todos os dias, pessoas diferentes, cruzam o meu caminho. E meus braços estão sempre escancarados para recebê-las. Em minhas mãos, ofereço o melhor que eu tiver. Sou boa em oferecer. E costumo ser sempre muito honesta sobre isso. Quando tenho algo a oferecer, o faço. Quando não tenho, me apresento como estou – de mãos vazias. Mas a mesma proporção de habilidade que tenho em abrir meus braços para receber alguém em minha vida, é a proporção que tenho na grande dificuldade de abrir o meu coração e receber o quê está sendo oferecido a mim. Para falar a verdade, ofereço tanto, que nem sei se sei receber alguma coisa. E aí que mora o grande desafio a quem escolhe caminhar ao meu lado. Principalmente, quando o quê essa pessoa traz nas mãos, é essa coisa de cristal, com uma placa escrito: “Confie em mim!”.

Conquistar a confiança de alguém, pode levar muito tempo. Muito tempo. Precisa de muita disposição e paciência para fazer isso. E eu sou uma dessas pessoas, quais leva-se bastante tempo para que eu aceite o presente do “Confie em mim”. Tem gente, que -exatamente por este motivo- não se aproxima de mim. Puro receio. Mas não precisa ter receios. Meus braços estão sempre abertos; sem necessidade de tirar camadas para chegar até ele. Já o meu coração… Você vai precisar ter muita calma!

Observo tudo e todos, minuciosamente. Me apego aos detalhes. Sinto cheiro de más intenções. Reconheço gente mal intencionada de longe.

Não deposito confiança facilmente. Inclusive, me lembrei da cena de um de meus livros de cabeceira (Le Petit Prince), aonde o principezinho está a procura de um amigo, e oferece-se para ser amigo de uma raposa que encontra no caminho. E a raposa, desconfiada, dá uma resposta racional ao principezinho, dizendo que não poderia ser amiga dele, pois ele não havia a cativado ainda. Então, o principezinho pergunta a ela o quê significa “cativar”. E ela responde: “Uma coisa muito esquecida. Significa ‘criar laços’. E ela continua… “Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. Eu não tenho necessidade de ti. Tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo… Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…”

Preciso acrescentar algo aos dizeres da raposa?

Valorize cada pessoa que possa por sua vida, mas não desperdice confiança. Permita-se ser cativado e cative. Seja paciente. Valorize cada segredo que lhe é contado, cada desabafo que lhe é feito, e cada devaneio que presencia. Valorize quem tira suas armaduras quando está perto de você. Seja alguém de confiança. Entenda quê se essa pessoa desnudou sua alma a você, ela -no mínimo- o enxerga como um LAR. Lar é o único lugar que nos recebe como somos. E a gente só se sente bem na casa de quem conhecemos bem, e temos intimidade. Se deseja receber alguém em sua casa, limpe-a. Não abra as portas de sua casa se ela estiver suja, bagunçada. A não ser que essa pessoa vá te ajudar a limpar toda essa sujeira e organizar toda a bagunça. Caso contrário, ela só sairá por aí, contando a todos sobre a sua condição. Acredite se quiser: O mundo está cheio dessas pessoas. Por pior que isso soe, essas pessoas estão por toda parte. Inclusive, a nossa volta. Sim! A nossa volta!

Mas uma coisa é fato: Elas podem até estar a nossa volta, serem nossos vizinhos, mas não poderão caminhar ao nosso lado. Até por quê, existe uma grande diferença em “estar perto” e “estar junto”. Uma grande diferença em “ser próximo” e “ser um”.

Dedico esse artigo a cada pessoa que passa por minha vida, e pacientemente, me cativa.
Que estejamos juntos, e sejamos UM.


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Uma conversa franca: “Merda não se joga no ventilador!”

Sabe o quê está faltando em nossas vidas, em um aspecto completo para que tenhamos qualidade de vida?
Bom senso e equilíbrio.

Fico observando o nosso comportamento, e penso o quão imaturos somos. Sim. A imaturidade tem sua graça. Mas, muitas vezes, desgraça. E ultimamente, o quê mais tenho visto na internet, é: 1. Pessoas imaturas. 2. Histórias desgraçadas. 3. Comportamentos negativos. Um seguido do outro. Para ser mais precisa, a cada atualização.

Essa semana, passei mais tempo na internet do quê o normal. E veja bem, fico muito tempo na internet. Porém, essa semana, fiquei muito-muito-muito mais conectada do quê o normal. E consequentemente, visualizei muito mais “histórias recentes” do quê o normal. Por hora, devo confessar, pensei que os meus feeds eram uma espécie de “confessionário”, “muro das lamentações”, “Diário adolescente”, ou algo do tipo. Me vi “bufando” de tédio em vários momentos. E pensava: “Pra quê isso, cara?”. Em uma parâmetro justo, seria 85% de queixas e dramatização virtual, 10% de conteúdos relevantes, e 5% de conteúdos “super relevantes”. Parece exagero, mas não é.

Precisei de uma semana inteira conectada a internet (especialmente ao Facebook), pra me sentir no meio de um bocado de gente ingrata, dramática,

Me vi praticamente “ligada no automático”, “desfazendo amizade” com o montão de gente. E quanto mais “amizades” desfaço, melhor me sinto, melhor me torno. Aquela velha história: “Menos, é mais!”. O porquê? Simples: Gente tóxica, nos desfaz. Nos desmontam por inteiro. Todo esse excesso de negatividade, nos afeta diretamente, sim!  E não venha me dizer que “não te afeta”. Por quê, mesmo que inconscientemente, em segredo – afeta sim! Nossa mente e coração, têm uma sincronicidade perfeita com o “tudo” e o “todo”. Tudo o quê acontece a nossa volta, tem o poder de nos reprogramar, seja positivamente ou negativamente.

Mas, deixaremos esse assunto para outro dia.

Em resumo, o quê estou sentindo nesse momento, é que: Eu não quero gente tóxica em minha vida. Por motivos óbvios e meus.

Cansei dessa dramatização virtual que a maioria das pessoas fazem em suas redes sociais. Cansei de gente com “Cérebro infértil”. Gente que não pensa antes de agir. Gente que simplesmente age, simplesmente faz, sem se quer cogitar a hipótese de viver consequências de todas as suas ações. Gente que não pensa no quanto suas atitudes podem afetar as pessoas que estão a sua volta. Gente emocional demais, que simplesmente quer agir, e age. Age negativamente, sempre! Quer ser? Seja. Quer agir? Aja! Seja o quê você quiser, e aja como quiser. Mas, longe de mim.

Talvez, esteja sendo um pouco dura com este comentário. Mas eu juro que precisava conversar sobre este assunto com você. Até por quê, tudo o que nos provoca certa irritabilidade, manifesta dentro de nós, um desejo enorme de mudar aquilo. E pensando bem, por quê não tentar?

Sejamos mais polidos. Se há em nós uma necessidade de atenção desenfreada, desejo francamente, que sejamos preenchidos por Deus, pela vida, pelo universo, pelo amor… Ou seja lá o quê nos falta. Que possamos agir com sabedoria, e com honestidade; reconhecendo que essas estratégias para que as pessoas nos enxerguem, são inúteis. Completamente negativas. Elas nos transformam em algo que não somos, que não viemos para ser.

Vejo “gente grande de mente pequena“, vindo nas redes sociais e “quebrando pratos” por qualquer motivo, “atirando merda no ventilador” toda hora. Deus nos livre dessa condição. Deus nos livre desse tipo de comportamento. Deus nos livre desse tipo de gente.

Aprende uma coisa, de uma vez por todas: Facebook não é “muro das lamentações”. Nós já sabemos que Deus não tem Facebook. E principalmente: Merda não se joga em ventilador.

Tenho absoluta certeza de que cada pessoa sabe aonde o sapato lhe aperta. E que há momentos na vida, que a única alternativa que temos é ser forte! é “gritar pra todo mundo ouvir”. Sei muito bem, que às vezes as circunstâncias da vida, nos assusta. E com medo, corremos pra qualquer lugar (lê-se “Facebook”). Sei bem, que todo mundo tem seus espantos, males e lutas a serem vencidas. E que a grande maioria das vezes, a internet é o nosso “refúgio”. Eu sei. Mas, você precisa cuidar do seu coração. E expô-lo na internet, não é (e nunca será!) a melhor maneira de fazer isso. Procure ajuda. Converse com alguém que possa lhe ajudar. Experimente um pouco da quietude. A vida tem dessas coisas, e aprendemos a beça nesses momentos. Não precisa ser forte o tempo todo, segurar as lágrimas, engolir o choro… Mas busque SIM uma coluna ereta, mente aberta e um coração tranquilo. Seja EXATAMENTE o quê você nasceu pra ser. Seja uma pessoa grande, que pensa grande!

Estamos juntos nessa!

Ah, aproveitando… Você já leu esse texto, sobre “quietude”? Escrevi pra você! ❤

Obs: Você pode até jogar e merda toda no ventilador. Mas não se esqueça: As mãos que vão ficar fedendo, são as suas. E quem vai limpar tudo, é você.


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