Desigualdade racial existe SIM!

Já disse aqui no blog, e devo repetir: assuntos importantes, devem ser tratados com devida importância. Assuntos delicados, precisam ser tratados com delicadeza. E existem algumas verdades, que querendo você ou não, precisam ser ditas. E quando isso é feito com sabedoria e maestria, é necessário que seja compartilhado.


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Você é uma pessoa positiva?

VOCÊ É UMA PESSOA POSITIVA - POR THAIS LIRA - BLOG PONTO DA LIRA

Vamos falar sobre positividade e negatividade?

Começo com uma afirmação: Tudo é energia.

Não sei vocês, mas eu, já fui uma pessoa muito negativa. Muitas vezes, sem perceber, quase que de forma involuntária, estava sendo uma pessoa completamente tóxica às pessoas a minha volta, e principalmente: a mim mesma.

A negatividade colocava sobre minhas costas, uma carga tão pesada, que essa mesma carga se espalhava com muita força, por todos os ambientes quais eu frequentava.

Prova disso, era que eu vivia a minha vida, me metendo em intrigas, brigas, confusões. Meu nome estava sempre vinculado a situações delicadas e muito complicadas. Minhas amizades, relacionamentos pessoais e interpessoais, não provavam da durabilidade. Eu sabia que as pessoas tentavam, mas nunca permaneciam ao meu lado por muito tempo.

E por mais que eu dissesse às pessoas que não me importava com tudo isso, a grande verdade, é que eu me importava sim.

O que eu mais queria era simples: Ser amada e aceita.

Mas, pra que isso acontecesse de fato em minha vida, primeiramente: eu precisava me aceitar. Acontece que, no auge de minha insatisfação pessoal, fiz uma analise profunda e verdadeira sobre mim, e não fiquei contente com o que enxerguei. No íntimo do meu ser, eu ansiava por mudanças emergentes. Eu precisava mudar. E eu queria mudar.

O primeiro passo para a mudança, era admitir que estava sobrecarregada de negatividade.
O segundo passo, era ACEITAR que eu não precisava carregar e tampouco suportar essa carga negativa.
Como terceiro passo, precisava me livrar dessa carga negativa de uma vez por todas! Fazendo isso, eu daria espaço e total liberdade à positividade em minha vida.

Ser alguém positivo, é uma escolha. Uma escolha que exige uma mudança de comportamento; desde a maneira como você fala sobre as coisas, e sobre as pessoas, até sua perspectiva sobre elas.

A positividade, nos potencializa para abrirmos inúmeras portas, que até então, estavam fechadas.

Ser uma pessoa positiva, nos leva à concretização de planos, e à realização de grandes sonhos.

A positividade nos leva a enxergar uma OPORTUNIDADE mediante cada uma de nossas dificuldades; sejam elas interiores ou exteriores.

A positividade tem o poder de nos aproximar das pessoas, do Criador de todas as coisas, e principalmente: ela nos aproxima de quem realmente somos.

Não aceite ser uma pessoa negativa.

Não permita que negatividade se infiltre em sua alma, e faça uma distorção em cada uma de suas boas perspectivas. Não deixe que ela se torne um filtro, que funcione como um bloqueio para as coisas grandiosas que você tem a oferecer e a receber.

Acredite em mim: Você pode mudar essa realidade. Você pode mudar agora mesmo.
Abra o seu coração e receba essa oportunidade.

Encerro essa reflexão com a frase de Winston Churchill:

“Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade.
Um otimista, vê uma oportunidade em cada dificuldade”.

Transforme cada dificuldade em uma oportunidade para tornar-se uma pessoa melhor e cada vez mais positiva. Uma pessoa próxima de quem você realmente é e veio para ser. Prove do contentamento. Não existe nada melhor do que ser uma pessoa contente. Acredite! Você merece o contentamento. Você merece a felicidade!

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:


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Uma conversa franca: “Merda não se joga no ventilador!”

Sabe o quê está faltando em nossas vidas, em um aspecto completo para que tenhamos qualidade de vida?
Bom senso e equilíbrio.

Fico observando o nosso comportamento, e penso o quão imaturos somos. Sim. A imaturidade tem sua graça. Mas, muitas vezes, desgraça. E ultimamente, o quê mais tenho visto na internet, é: 1. Pessoas imaturas. 2. Histórias desgraçadas. 3. Comportamentos negativos. Um seguido do outro. Para ser mais precisa, a cada atualização.

Essa semana, passei mais tempo na internet do quê o normal. E veja bem, fico muito tempo na internet. Porém, essa semana, fiquei muito-muito-muito mais conectada do quê o normal. E consequentemente, visualizei muito mais “histórias recentes” do quê o normal. Por hora, devo confessar, pensei que os meus feeds eram uma espécie de “confessionário”, “muro das lamentações”, “Diário adolescente”, ou algo do tipo. Me vi “bufando” de tédio em vários momentos. E pensava: “Pra quê isso, cara?”. Em uma parâmetro justo, seria 85% de queixas e dramatização virtual, 10% de conteúdos relevantes, e 5% de conteúdos “super relevantes”. Parece exagero, mas não é.

Precisei de uma semana inteira conectada a internet (especialmente ao Facebook), pra me sentir no meio de um bocado de gente ingrata, dramática,

Me vi praticamente “ligada no automático”, “desfazendo amizade” com o montão de gente. E quanto mais “amizades” desfaço, melhor me sinto, melhor me torno. Aquela velha história: “Menos, é mais!”. O porquê? Simples: Gente tóxica, nos desfaz. Nos desmontam por inteiro. Todo esse excesso de negatividade, nos afeta diretamente, sim!  E não venha me dizer que “não te afeta”. Por quê, mesmo que inconscientemente, em segredo – afeta sim! Nossa mente e coração, têm uma sincronicidade perfeita com o “tudo” e o “todo”. Tudo o quê acontece a nossa volta, tem o poder de nos reprogramar, seja positivamente ou negativamente.

Mas, deixaremos esse assunto para outro dia.

Em resumo, o quê estou sentindo nesse momento, é que: Eu não quero gente tóxica em minha vida. Por motivos óbvios e meus.

Cansei dessa dramatização virtual que a maioria das pessoas fazem em suas redes sociais. Cansei de gente com “Cérebro infértil”. Gente que não pensa antes de agir. Gente que simplesmente age, simplesmente faz, sem se quer cogitar a hipótese de viver consequências de todas as suas ações. Gente que não pensa no quanto suas atitudes podem afetar as pessoas que estão a sua volta. Gente emocional demais, que simplesmente quer agir, e age. Age negativamente, sempre! Quer ser? Seja. Quer agir? Aja! Seja o quê você quiser, e aja como quiser. Mas, longe de mim.

Talvez, esteja sendo um pouco dura com este comentário. Mas eu juro que precisava conversar sobre este assunto com você. Até por quê, tudo o que nos provoca certa irritabilidade, manifesta dentro de nós, um desejo enorme de mudar aquilo. E pensando bem, por quê não tentar?

Sejamos mais polidos. Se há em nós uma necessidade de atenção desenfreada, desejo francamente, que sejamos preenchidos por Deus, pela vida, pelo universo, pelo amor… Ou seja lá o quê nos falta. Que possamos agir com sabedoria, e com honestidade; reconhecendo que essas estratégias para que as pessoas nos enxerguem, são inúteis. Completamente negativas. Elas nos transformam em algo que não somos, que não viemos para ser.

Vejo “gente grande de mente pequena“, vindo nas redes sociais e “quebrando pratos” por qualquer motivo, “atirando merda no ventilador” toda hora. Deus nos livre dessa condição. Deus nos livre desse tipo de comportamento. Deus nos livre desse tipo de gente.

Aprende uma coisa, de uma vez por todas: Facebook não é “muro das lamentações”. Nós já sabemos que Deus não tem Facebook. E principalmente: Merda não se joga em ventilador.

Tenho absoluta certeza de que cada pessoa sabe aonde o sapato lhe aperta. E que há momentos na vida, que a única alternativa que temos é ser forte! é “gritar pra todo mundo ouvir”. Sei muito bem, que às vezes as circunstâncias da vida, nos assusta. E com medo, corremos pra qualquer lugar (lê-se “Facebook”). Sei bem, que todo mundo tem seus espantos, males e lutas a serem vencidas. E que a grande maioria das vezes, a internet é o nosso “refúgio”. Eu sei. Mas, você precisa cuidar do seu coração. E expô-lo na internet, não é (e nunca será!) a melhor maneira de fazer isso. Procure ajuda. Converse com alguém que possa lhe ajudar. Experimente um pouco da quietude. A vida tem dessas coisas, e aprendemos a beça nesses momentos. Não precisa ser forte o tempo todo, segurar as lágrimas, engolir o choro… Mas busque SIM uma coluna ereta, mente aberta e um coração tranquilo. Seja EXATAMENTE o quê você nasceu pra ser. Seja uma pessoa grande, que pensa grande!

Estamos juntos nessa!

Ah, aproveitando… Você já leu esse texto, sobre “quietude”? Escrevi pra você! ❤

Obs: Você pode até jogar e merda toda no ventilador. Mas não se esqueça: As mãos que vão ficar fedendo, são as suas. E quem vai limpar tudo, é você.


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Expansão de consciência: A conversa que tive com um muçulmano

Por Thais Lira

Bonjour! Como vai? Tudo em paz por ai? Espero que sim. ❤

Thinking

Sempre digo por aqui, que gosto muito dos encontros que a vida me promove. Gosto muito de ver um lado bom em cada canto da vida. E quanto mais observo, mais absorvo. E quanto mais absorvo, mais aprendo. E quando aprendo, cresço. Hoje foi um desses dias que se pudesse repetir, eu repetiria.

Indo ao trabalho, conheci um senhor muçulmano.

Observação: Nessa vida, conheci pessoas de varias religiões; espiritas, mormons, testemunhas de Jeová, católicos romanos, anglicanos, carismáticos, adventistas, budistas, presbiterianos, metodistas, judeus, dentre outras dezenas de religiões. E o mais interessante de te-los encontrado pelos caminhos quais trilhei, foi que – independente do credo – aprendi pelo menos uma coisa com cada um deles. E hoje, tive a oportunidade de conversar com um muçulmano pela primeira vez. Foi algo realmente novo, e por isso, resolvi compartilhar a minha experiência com vocês.

Este senhor e eu, ficamos conversando por quase uma hora (ou mais, talvez); falamos sobre vários assuntos. E nos aplicamos em falar sobre a importância da arte na vida do ser humano (tudo a partir da pergunta que ele me fez: “Você trabalha com o que?”). Contei a maneira como costumo trabalhar; usando a arte para levar os alunos ao auto-conhecimento e a se conectarem com o Criador. E ele demonstrou-se muito compreensivo e interessado diante da minha resposta. Ele complementou: “Olha menina… Em minha religião, não temos grupos de coreografia, ou bandas, como existe hoje em varias igrejas. Mas eu gosto muito da arte. Eu sinto que a arte tem o poder de unir o homem ao Deus criador”. Aquela frase me abraçou. E então – curiosa como sou -, perguntei: “Qual é sua religião?”. Ele respondeu: “Sou muçulmano!”. Eu demonstrei muito interesse em saber mais sobre a religião dele. O que o deixou muito feliz. Os seus olhos brilhavam ao falar sobre suas crenças e sobre a maneira como via sua própria vida e a vida como um todo. Sua ideias, hora se uniam as minhas, hora não tinham absolutamente nada a ver com o que eu cria. Mas, me mantive calada, apenas ouvindo. Era minha hora de aprender um pouco mais da vida. E depois de falar bastante sobre sua crença e sua vida como muçulmano, ele virou para mim e disse: “Menina, eu não sei qual é sua religião… Mas, imagino que não sejamos da mesma religião. Mesmo assim, eu sinto que você é uma pessoa que esta conectada com Deus”. Eu confesso: Me emocionei de verdade. E ele continuou: “Sou muçulmano desde menino. E sempre que dizia isso para pessoas de outras religiões, era excluso. Em minha adolescência, minhas ideias e forma de pensar, não importavam para pessoas de religião diferente da minha. Muitas pessoas se afastavam de mim, so porque eu dizia que pertencia a religião islâmica. Hoje estou velho, e sempre que vou falar sobre a maneira como vejo a vida e o Deus criador, continuo sendo duramente criticado, ou me meto em um super debate religioso. O que acaba me cansando e me entristecendo um pouco. São raras as pessoas como você, que mesmo crendo de forma diferente, ouvem e demonstram respeito, sobretudo.” O interrompi e disse: “Quando eu disse ao senhor que era instrutora de dança e teatro, e que trabalhava com muitos cristãos, o senhor ouviu e me respeitou. Eu apenas resolvi retribuir o respeito”. Enquanto conversávamos, ele segurava um livrinho verde em suas mãos. Então, meus alunos chegaram. Foi quando ele ofereceu o livro para mim, dizendo: “Esse livro é muito importante para mim. E essa conversa me ensinou muito. Por isso, gostaria de da-lo de presente para você. Você pode ler, ou não. Mas, quero que sempre que olhar pra ele, lembre-se dessa conversa. E veja o meu muito obrigado! Em minha religião, temos um cumprimento; “assalamu alaikum”, que significa: “Que você permaneça livre da dor, do sofrimento e do mal”. Ele deu um sorriso largo. Então, quando ele se ia se virando para ir embora, eu disse: “E eu? Como eu respondo ao senhor?”, ele sorriu e disse: “Walaikum as salaam”, que significa “e a paz fique com você”.

A saudação não é apenas um sinal de paz, é uma indicação que a outra pessoa tem boas intenções e não deseja mal para quem quer que seja. É, também, parte de um ritual religioso muito maior praticado por muçulmanos diariamente.

Foi assim que o Criador do universo resolveu me ensinar no dia de hoje. Usando a frase do físico Albert Einstein:

“A mente que se abre para novas ideias, jamais retorna ao seu tamanho original”.

Gratidão por me ler. Tenha certeza que é uma grande honra te-lo aqui comigo. Voce ja conhece a pagina do blog no Facebook? Clique aqui e seja direcionado. Também estou no Instagram e Twitter como @Pontodalira Caso queira falar comigo por e-mail: pontodalira@gmail.com


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