Pílula Diária: Não se garanta demais!

Pílula Diária: Não se garanta demais!

Fiz um vídeo de 1 minuto no Youtube. Gostaria muito de compartilhar com você. Espero que gostem.

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Infográfico: 7 benefícios da Meditação

Infográfico: 7 benefícios da Meditação

Por Thaís Lira

Há alguns meses atrás, compartilhei um artigo bem completo aqui no blog, contando um pouco sobre a minha iniciação na prática de meditação. Se você estiver com mais tempo, pode clicar aqui e fazer e leitura (ou releitura, caso já tenho lido) do artigo em questão. Compartilhei não apenas minha experiência, mas as primeiras dicas; como, quando, onde começar a prática, o que precisa, benefícios (de uma forma mais explanada)… Bem explicativo e proveitoso para quem deseja uma profundidade um pouco maior. Porém, a proposta de hoje é otimizar o seu tempo e mesmo assim, transmitir a informação. Por isso, optei por compartilhar apenas um infográfico.

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Retiro Zen em São Paulo – Chakra do Coração

Retiro Zen em São Paulo – Chakra do Coração

Por Thaís Lira

Está buscando um lugar zen em São Paulo, para uma verdadeira imersão de conexão com a natureza? Então, você vai adorar conhecer o Chakra do Coração. Continue lendo o artigo, e encante-se junto comigo.

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Lugar secreto – O seu lugar no mundo

Lugar secreto – O seu lugar no mundo

Por Thaís Lira

Tenho um fascínio por quem opta pela discrição.

Fico realmente deslumbrada com quem consegue manter-se discreto, seja sobre as coisas simples, complexas, ou até mesmo diante das exuberâncias e exageros da vida. A discrição é um comportamento provido de muita sabedoria, sem dúvidas. Mas, muito mais do que isso, aprecio as pessoas que mesmo estando em evidência (seja em sua escola, em sua comunidade, em sua instituição religiosa, em seu trabalho, ou na internet), conseguem ter ciência e consciência sobre tudo o que precisa ser guardado em secreto. Ciência e consciência sobre o fato de que nem tudo se expõe; seja isso bom, excelente, ruim, ou péssimo.

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O que você sente por si mesmo?

O QUE VOCÊ SENTE POR SI MESMO - BLOG PONTO DA LIRA

Não se sinta tão mal, por não ser tão bom sempre. Existem bagunças muito positivas.

Desde muito pequena, desenvolvi uma personalidade muito forte. Cheguei a dar muito trabalho aos meus pais, pelo excesso de força que expunha através de meus comportamentos. Cresci sendo uma garota muito geniosa! Era conhecida entre as pessoas, por essa característica (se é que posso chamar de característica). Para mim, tudo precisava estar perfeito (conforme as minhas percepções, é claro!). Sempre fui muitíssimo detalhista, observadora, e perfeccionista. Tanto que quando algo estava diferente do que esperava que estivesse, agia de forma impulsiva tanto sobre mim, quanto sobre os outros. E a longo prazo, tudo isso foi tornando-se cada vez mais negativo. Quando era uma criança, ou uma adolescente; as pessoas a minha volta, relevavam meus comportamentos. Afinal, era”apenas uma criança”, “apenas uma adolescente”. E tudo não passa de uma fase. Mas os anos vão passando. A maioridade já fazia estádia em minha vida. E precisa mudar. Caso contrário, perderia todas as pessoas a minha volta.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é.

Apesar de cometer erros, fazia o que estava ao meu alcance para evitá-los. E sempre que cometia algum erro, entrava em um processo doentio, que mais parecia uma mutilação psicológica do que simplesmente culpa ou arrependimento. Sempre fui muito intensa sobre isso (e sobre tudo, confesso!). E apesar de passar por esses processos extremos, não aceitava ajuda externa. Pelo contrário, criei escudos. Sempre que alguém vinha até mim para me ajudar a lidar melhor com essas situações, respondia quase que automaticamente: “Sou assim, e não vou mudar por causa de ninguém”.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é. Ok. Mas e você? Se ama e aceita como é?

Daí, a vida vem e vira a gente do avesso. Nos bagunça por completo. De repente, não são apenas nossos livros que estão desalinhados, ou nosso guarda-roupa com as cores fora de escala. A bagunça é caótica e generalizada, bem dentro da gente.  E aí, a gente descobre que -de fato- quem nos ama, nos aceita como somos. Mas esse processo, precisa começar dentro de nós. Jamais seremos verdadeiramente amados, quando não somos capazes de amarmos a nós mesmos.

Exerça o amor próprio. A partir daí, você saberá o que é ser amado verdadeiramente pelo o que você é.

Não conseguia reconhecer isso, mas…  O meu grito por ajuda, começava por meu comportamento. Por mais que vestisse várias armaduras, e fingisse –muito bem– que para mim estava tudo ótimo, uma voz gritava com muita força dentro de mim: “Quero, e preciso mudar! Não amo a pessoa que tenho sido. Não quero ser assim! Este não é meu eu verdadeiro”.

O processo de mudança, não é simples, mas é necessário.

Abri a minha mente, para a desconstrução. Abri minha alma para a cura. Abri meu coração para as mudanças e para o amor próprio. E apesar de saber que há um longo caminho pela frente, já posso afirmar que: Não há nada melhor do que estar bem consigo mesmo. Não há nada melhor do que amar a si.

Quando o amor nos preenche por completo, ele transborda, e invade quem está a nossa volta.

E foi exatamente o que aconteceu comigo. Descobri que só seria verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando passasse a amar verdadeiramente e inteiramente quem realmente era. Ou melhor, descobri que só serei verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando amo quem realmente sou.

E você? O que sente sobre si mesmo?

Gratidão por me ler. É honroso para mim. ❤


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Você é uma pessoa positiva?

VOCÊ É UMA PESSOA POSITIVA - POR THAIS LIRA - BLOG PONTO DA LIRA

Vamos falar sobre positividade e negatividade?

Começo com uma afirmação: Tudo é energia.

Não sei vocês, mas eu, já fui uma pessoa muito negativa. Muitas vezes, sem perceber, quase que de forma involuntária, estava sendo uma pessoa completamente tóxica às pessoas a minha volta, e principalmente: a mim mesma.

A negatividade colocava sobre minhas costas, uma carga tão pesada, que essa mesma carga se espalhava com muita força, por todos os ambientes quais eu frequentava.

Prova disso, era que eu vivia a minha vida, me metendo em intrigas, brigas, confusões. Meu nome estava sempre vinculado a situações delicadas e muito complicadas. Minhas amizades, relacionamentos pessoais e interpessoais, não provavam da durabilidade. Eu sabia que as pessoas tentavam, mas nunca permaneciam ao meu lado por muito tempo.

E por mais que eu dissesse às pessoas que não me importava com tudo isso, a grande verdade, é que eu me importava sim.

O que eu mais queria era simples: Ser amada e aceita.

Mas, pra que isso acontecesse de fato em minha vida, primeiramente: eu precisava me aceitar. Acontece que, no auge de minha insatisfação pessoal, fiz uma analise profunda e verdadeira sobre mim, e não fiquei contente com o que enxerguei. No íntimo do meu ser, eu ansiava por mudanças emergentes. Eu precisava mudar. E eu queria mudar.

O primeiro passo para a mudança, era admitir que estava sobrecarregada de negatividade.
O segundo passo, era ACEITAR que eu não precisava carregar e tampouco suportar essa carga negativa.
Como terceiro passo, precisava me livrar dessa carga negativa de uma vez por todas! Fazendo isso, eu daria espaço e total liberdade à positividade em minha vida.

Ser alguém positivo, é uma escolha. Uma escolha que exige uma mudança de comportamento; desde a maneira como você fala sobre as coisas, e sobre as pessoas, até sua perspectiva sobre elas.

A positividade, nos potencializa para abrirmos inúmeras portas, que até então, estavam fechadas.

Ser uma pessoa positiva, nos leva à concretização de planos, e à realização de grandes sonhos.

A positividade nos leva a enxergar uma OPORTUNIDADE mediante cada uma de nossas dificuldades; sejam elas interiores ou exteriores.

A positividade tem o poder de nos aproximar das pessoas, do Criador de todas as coisas, e principalmente: ela nos aproxima de quem realmente somos.

Não aceite ser uma pessoa negativa.

Não permita que negatividade se infiltre em sua alma, e faça uma distorção em cada uma de suas boas perspectivas. Não deixe que ela se torne um filtro, que funcione como um bloqueio para as coisas grandiosas que você tem a oferecer e a receber.

Acredite em mim: Você pode mudar essa realidade. Você pode mudar agora mesmo.
Abra o seu coração e receba essa oportunidade.

Encerro essa reflexão com a frase de Winston Churchill:

“Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade.
Um otimista, vê uma oportunidade em cada dificuldade”.

Transforme cada dificuldade em uma oportunidade para tornar-se uma pessoa melhor e cada vez mais positiva. Uma pessoa próxima de quem você realmente é e veio para ser. Prove do contentamento. Não existe nada melhor do que ser uma pessoa contente. Acredite! Você merece o contentamento. Você merece a felicidade!

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:


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Qual o propósito de sua existência?

QUAL O PROPÓSITO DE SUA EXISTÊNCIA - BLOG PONTO DA LIRA - POR THAIS LIRA - definitiva
Qual o propósito de sua existência?

Há alguns anos atrás, publiquei em uma de minhas redes sociais, que éramos todos breves e passageiros. Falei sobre nossa temporária estádia neste mundo. Mencionei que não acreditava ser possível estarmos aqui sem um motivo, sem um “porquê”. Não consigo acreditar que termos sido colocados sob este céu, e termos tido a oportunidade de pisar sobre este solo, seja apenas um acaso do universo. Não acredito que estamos aqui, para uma vida vã, ou para vivermos em vão. E concluí meu pensamento, dizendo que enquanto questionamos tudo e todos, sentados, sem fazer absolutamente nada… O (nosso) tempo vai passando, e de repente:  Acaba-se o tempo. E com ele, vão-se os planos não realizados, os momentos não vividos, o amor não compartilhado, o tempo desperdiçado, a vida não vivida.

Acredito piamente, que cada um de nossos antepassados, passou por aqui por um motivo. E se estamos aqui, não tenho dúvidas: Há um propósito. A princípio, este propósito pode não ser muito claro a nós. Podemos demorar muito tempo para enxergá-lo, compreendê-lo e aceitá-lo. E pode ser que isso nunca aconteça. Pode ser que nossos olhos jamais contemplem o nosso real propósito na terra. Pode ser que, de repente, a vida passe. Pode ser que venhamos partir. E não haja nada além de alguém que partiu. Alguém que viveu como se nunca tivesse estado aqui.

Por outro lado, pode ser que em algum momento da vida, nosso propósito torne-se claro aos nossos olhos. Pode ser que nossos olhos o contemple, o compreenda, o aceite, e o vivamos até o dia de nossa partida. E quando isso acontecer, sentirão a dor de nossa partida, mas sobretudo, se lembrarão de quem fomos, de como vivemos. E guardarão consigo tudo o que deixamos em nosso percurso. E quando não estivermos mais aqui, e não houver mais nada de nós, ainda haverá.

Um legado.

Desde que compreendi isso, passei a tratar o porquê de minha existência, como prioridade. Mesmo havendo muitos questionamentos dentro de mim acerca do tudo, do todo, e principalmente: do EU; coloco meus olhos sobre o meu propósito. Trabalho minha mente para que ela esteja sempre direcionada à minha missão de vida.

Quando isso me ocorreu, percebi que tudo estava diferente a minha volta. Na verdade, tudo estava diferente dentro de mim.0338d5adf89b9df42ddc246749c15dee

Essa é a minha concepção sobre a minha existência.
E a sua, qual é?

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:

Update: Espero que tenham gostado da novidade. A ideia de reproduzir os artigos em áudio, veio a mim através de alguns amigos, há algum tempo (valeu, Ismael!). Mas foi através do super incentivo do meu irmão Raphael, que eu resolvi colocar a ideia em prática. Prometo ir aperfeiçoando, para que o áudio fique cada vez melhor a vocês.

Beijo e queijo!


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Entrevista: Ramai -Escritor e criador do projeto “Rimas Perdidas”

Por Thaís Lira

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Quando resolvi abrir essa coluna de entrevistas no blog, tinha um objetivo muito claro dentro de mim: Apresentar alguns dos milhares de artistas que temos em nosso país aos meus leitores.  Pois como devem observar, há muitos poetas, escritores, compositores que têm sido calado por uma onda de “artistas da cultura pop, que se formos críticos e analíticos, eles são tudo, menos artistas. Hoje, o “ser famoso” está sendo rapidamente e drasticamente confundido com “ser artista”. Então, lá vamos nós a tentativa de recuperar a arte e evidenciar os verdadeiros artistas.

Entrevista - RAMAI - Rimas Perdidas - Blog Ponto da Lira 001
Pasmem: A entrevista de hoje, foi feita com um jovem de apenas 17 anos. E teno absoluta certeza que vocês vão adorar!

Ponto da Lira: Ramai, é uma honra tê-lo comigo e com cada um de meus leitores aqui no blog. Vamos começar nosso bate-papo por uma pergunta básica? Quem é Ramai? Mas, quem é Ramais além da superficialidade?

Entrevista - RAMAI - Rimas Perdidas - Blog Ponto da LiraRamai: Ramalho Neto, conhecido por Ramai, 17 anos. Residente de Sousa, na Paraíba. Quem sou, além da superficialidade? Bom, nunca pensei igual a todos. Por isso, sempre tive dificuldades em me adaptar em ambientes comuns, com pessoas comuns. Naturalmente, tive dificuldade em fazer muitos amigos. Tenho poucos amigos. Mas o “fazer amigos” sempre foi uma questão problemática para mim. Então, a primeira coisa sobre mim, é que sou de poucos amigos. A segunda coisa importante sobre mim, é que ainda criança comecei a escrever versos e poesias. Da minha maneira, claro! Mas foi apenas aos 16 anos de idade, que passei a levar a poesia mais a sério. Aos 17 anos, criei o projeto Rimas Perdidas. Que tem crescido aos poucos. E mesmo não havendo uma legião de seguidores, aquele projeto já é minha vida.

Ponto da Lira: Sobre o que você escreve no projeto “Rimas Perdidas”?

Ramai: Escrevo sobre a realidade da vida. Mas também escrevo sobre as loucuras e as tristezas de minha própria vida. E como todo poeta, eu falo sobre o amor. Precisamos falar sobre o amor.

Ponto da Lira: Você é muito jovem. Mas já faz um trabalho muito maduro. Como foi que tudo isso começou em sua vida? Você enxerga a arte de escrever como um dom?

Ramai: Na verdade tudo na minha vida foi bastante precoce. Por isso, não me julgo um cara jovem por ter 17 anos. Eu não descobri até hoje se tenho algum dom (risos). Sempre escrevi músicas por ser apaixonado por essa arte. Mas com o tempo, eu fui lendo e descobrindo a poesia. Quando me encontrei, estava tão fissurado em transformar sentimentos em palavras, que nem percebi que havia virado um poeta. Então acho que o que fez me apaixonar pela poesia foi simplesmente ter descoberto sua existência (risos).

Entrevista - Ramai - Rimas Perdidas - Blog Ponto da Lira 005

Ponto da Lira: Então, além de escritor, você é músico? Conte um pouco sobre isso.

Ramai: A música é simplesmente poesia com instrumentos. Por tanto, ela sempre veio e vem junto comigo. Escrevo poesias e as transformo em “Ritmo e poesia” (RAP) com frequência. Às vezes penso que -quem sabe um dia- isso pode tornar-se um trabalho. Me inspiro bastante em cantores do RAP nacional em minhas sátiras. Por exemplo, Gabriel Pensador e grupo Oriente. Que são minhas maiores influências.

Ponto da Lira: Se fosse pra escolher entre ser um escritor e ser um musico, o que você escolheria como carreira?

Ramai: Acho que meu coração bate muito mais pela literatura. Neste caso, escolheria escrever. Talvez, pela calmaria que escrever me traz. Ou pela simplicidade que a escrita tem potencial de transmitir. Ou, escolheria por simplesmente ser minha maior paixão.

Entrevista - RAMAI - Rimas Perdidas - Blog Ponto da Lira 002Ponto da Lira: O que seus pais pensam sobre isso? Vocês conversam sobre sua carreira como escritor?

Ramai: Acho que meus pais não fazem ideia do quanto eu levo isso a sério. E para ser muito sincero, muitos de meus parentes, nem sabem que escrevo. Mas devo seguir meus passos. Pouco a pouco tudo acontece. Além disso, penso que meus sonhos devem caber a mim. Ainda assim, não me considero desincentivado. Pelo contrário! Eu apenas costumo não conversar muito sobre minha carreira, sobre os meus planos futuros, e sobre os meus sonhos. Pode ser puro medo meu de compartilhar meus sonhos, e alguém vir me dar choques de realidade (risos). E de uma forma conclusiva, eu sei que meus pais me apoiam. E que eles vão se orgulhar de mim, se eu me orgulhar.

Ponto da Lira: Como são os seus processos de criação? Você se inspira em situações cotidianas? Em coisas que lê, assiste, ouve?

Ramai: Escrevo em horas completamente aleatórias. Não consigo forçar nada. Deixo as coisas fluírem como elas quiserem. O cotidiano me inspira, meu coração me inspira, a solidão me inspira, tudo se transforma em poesia. Costumo achar que a inspiração é uma coisa passageira. Faz parte. Ela só vira eterna quando ponho no papel. Por isso quem vive de inspirações não pode deixar elas irem embora nunca. Por isso, escrevo. Escrevo sobre tudo que vejo, para contar quase tudo que penso.

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Ponto da Lira: Quais são seus planos para o seu Instagram de poesias? Pretende transformar em livro?

Ramai: Sim, com certeza! Acho que esse é um de meus maiores sonhos. Pretendo tirar o próximo ano para lançar e trabalhar em meu primeiro livro. Espero que se torne realidade. Não vejo a hora (risos).

Ponto da Lira: Além do livro, quais suas expectativas para os próximos anos?

Ramai: Eu sonho muito. Então, pretendo ir longe! Esse ano pretendo terminar meu primeiro livro.  E como disse anteriormente, pretendo trabalhar na divulgação dele próximo ano. Também pretendo iniciar novos projetos nos próximos anos. Espalhar poesia pelas ruas de minha cidade, do meu estado, do mundo todo! Garanto que voltarei aqui para falar sobre minha futura trajetória como poeta de rua (risos).

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Ponto da Lira: Vamos cobrar, ein? Ramai, qual conselho deixaria aos jovens que -assim como você- têm se interessado pela poesia?

Ramai: Vejo a poesia como uma das poucas saídas para salvar nossa cultura. Então, não importa quem seja ou que idade tenha. Se você quer poetizar, poetize. Peço que quem escreve e tem medo de expor seus sentimentos ao mundo,  repense muito sobre isso. Pois cada alma pensante é uma pequena esperança. A poesia salvará muitos! A poesia salvará mundos!

Update da Lira: O blog Ponto da Lira, encontrou as Rimas perdidas. Adorei, Ramai! Vou emoldurar. Vai ficar no cenário do blog!

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Ponto da Lira: Para finalizarmos nosso bate-papo, um jogo rápido? Vamos lá? 

1. A trilha sonora de sua vida: Alma Djen – Poeta.
2. Uma pessoa que te inspira: Zack Magiezi
3. Um filme que assistiria mil vezes: Não tenho um filme, mas a série “How i met you mother” nunca pararei de assistir.
4. Um lugar que você moraria para sempre: Em nenhum, a vida é curta demais para se fixar.
5. Um dia inesquecível: O dia em que eu disse “Adeus”.
6. O “Rimas Perdidas” para você, é: Meu universo, meu diário, minha biografia, é tipo um motivo para seguir em frente; Um sonho.
7. Ramai por ele mesmo: Todos os dias sou alguém novo.
8. Deixe o seu recadinho aos nossos leitores:  Jamais deixe de fazer o que ama, jamais deixe de ser criança e jamais se deixe morrer pelos males da vida.
9. Como podemos acompanhar o “Rimas Perdidas” nas redes sociais? Nosso instagram é @rimasperdidas, no Facebook é Rimas Perdidas e por enquanto só.
10. E você? Como podemos encontrá-lo? Meu Instagram pessoal é @ramai_, meu Facebook é Ramalho Neto e meu Snapchat é: Ramaineto.


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Você está provando da felicidade?

você está provando da felicidade - blog ponto da lira

Bonjour, como você está? Espero que esteja tudo bem por aí.
Vamos falar sobre felicidade?

Estamos habituados com esse termo. Vemos e convivemos com pessoas que o usam regularmente. Mas, o que significa o termo “Felicidade”?

blog ponto da lira felicidade

Como pode ver acima, a felicidade é um ESTADO. Ela traduz um sentimento, mediante algo que ocorre dentro de você. A felicidade, tem total relação com satisfação e contentamento. É subjetivo, e relativo. Cada individuo prova da felicidade, a sua maneira. Não existe um formato único de felicidade, um modelo pronto. Isso significa que, se Lucas sente-se feliz recebendo um ótimo salário e andando com o carro do ano, não quer dizer que Paula sinta-se da mesma maneira possuindo essas duas coisas. Talvez, o que deixe Paula realmente feliz, seja um picolé ao lado de sua sobrinha, em um Domingo qualquer. Não existe uma categoria pronta, ou um lugar aonde devemos estar, para que venhamos considerar-nos pessoas felizes. Biologicamente falando, o ser humano sente-se feliz, mediante o resultado de uma atividade neural fluída. Ou seja: Quando algo criado em sua mente, torna-se real. Quando o interior, trabalha de forma harmoniosa e sinérgica com o exterior.
Quando isso não acontece com um ser humano, ele sente-se frustrado e triste.
A felicidade pode ser algo permanente. Tudo dependerá da maneira como você tratá-la e trabalhá-la dentro de você. Se você, por exemplo, vincular a felicidade ao dinheiro, o que acontecerá quando seu saldo estiver negativo? Se você vincula a felicidade ao seu noivo, e apenas a ele, o que acontecerá caso haja o término do relacionamento de vocês? Será que vale realmente a pena, vincular a sua felicidade a algo ou alguém? Por que não trabalhar sua mente, para o contentamento e a gratidão, independente da circunstância que está vivendo?Há quem seja da opinião de que a felicidade está relacionada com os bens materiais e com o dinheiro, daí existirem frases como “O dinheiro não traz felicidade, mas ajuda”, na medida em que o dinheiro é o meio necessário para a satisfação das necessidades materiais humanas; uma vez satisfeitas, o indivíduo tende a ir à procura de produtos que lhe proporcionem maior felicidade. É claro que, os estímulos, serão sempre necessários. Afinal, os momentos, as conquistas, as pessoas… Tudo isso faz parte de sua realidade. Tudo isso, deve deixá-lo contente, satisfeito, feliz.

Você está provando da felicidade?

Dediquei minha manhã de segunda-feira, para criar duas listas, e fazer um comparativo muito honesto entre elas. O exercício me fez tão bem, que resolvi compartilhar com vocês, caso queiram fazer também.

A primeira lista, fui convidada a listar todas as coisas (ou as principais) que me fazem feliz. Já a segunda lista, precisei ser bastante realista, ao colocar as coisas que tenho feito (independente da felicidade que elas têm trazido à minha vida). Ficou mais ou menos assim:

Lista de coisas que te faz feliz:

  • Dançar; em grupo, sozinha, fazendo aulas, ou lecionando.
  • Comer; cozinhar, provar o tempero de minha mãe, cozinar com amigos, e conhecer novas gastronomias.
  • Escrever; seja uma frase para a agência de criação que trabalho, ou um texto enorme para o blog, me deixa muito feliz.
  • Ler; dentro do ônibus, no horário do almoço, durante a madrugada, em todo tempo.
  • Viajar; cidades vizinhas, outros estados, países.
  • Meditar; frequentemente, pela manhã e antes de dormir.
  • Organizar; minha agenda, minha rotina, meu quarto, minha vida.
  • Trabalhos Manuais; artesanatos, desenhos, costuras, etc.
  • Fotografar; de longe, uma de minhas maiores paixões.
  • Compartilhar experiências; seja através de meus textos, aulas, ou rápidas conversas.
  • Colecionar coisas legais; uma das poucas coisas materiais que me atraem.
  • Uma vida equilibrada e saudável; isso me deixa realmente feliz e realizada.
  • Cantar; no chuveiro, com amigos, em áudios no Whatsapp, na rua.
  • Ficar em dia com filmes, séries e seriados.
  • Ser elogiada por algo bom que fiz.
  • Ter as pessoas que amo por perto.
  • Ficar sozinha de vez em quando.
  • Gratidão. 

Lista de coisas que você tem feito:

  • Danço esporadicamente. Dançar, já foi mais que um hobby. Era minha principal fonte de renda, meu trabalho mais importante. Mas, desde que me mudei para Mogi das Cruzes, a realidade mudou um pouco. Tenho sentido uma falta absurda.
  • Comendo muito. Isso é muito verdade! E apesar de estar experimentando novos pratos e temperos, tenho sentido falta de conhecer ainda mais.
  • Escrevendo muito. Em questão de quantidade. Essa é a fase que mais tenho escrito; aqui no blog, em outras mídias, na agência, em meus caderninhos. Realmente, tenho feito isso regularmente.
  • Tenho lido pouquíssimo. Já fui leitora assídua. Só que a preguiça me pegou. Ultimamente, estava lendo apenas textos na internet. Uma vergonha! Estou aplicando um cronograma de leitura em minha rotina. Espero que dê certo.
  • Apesar de estar conhecendo novos lugares, tenho viajado pouco. Este é um de meus maiores sonhos/objetivos/planos de vida. Estar em lugares diferentes, me emociona. Pretendo dedicar mais dinheiro e tempo a isso.
  • Amo a pratica da meditação. E apesar disso, tenho meditado pouco. É impressionante como a meditação melhora minha vida. Percebo que minhas relações ficam muito melhores, quando estou meditando regularmente. Percebo que lido melhore com a vida, quando sigo a prática. E tenho feito muito menos do que fazia no ano passado, por exemplo.
  • Estou super desorganizada. Em todos os aspectos. Preciso melhorar, urgente. Ser desorganizada, me deixa frustrada e triste.
  • Fazem muitos meses que não crio algo. Sinto falta de meus desenhos, minhas bonecas de pano, meus apetrechos todos.
  • Voltei a fotografar. Depois de anos frustrada e tristinha sobre isso, finalmente, voltei. E apesar das dificuldades que tenho enfrentado para me re-adaptar, estou contente.
  • Tenho compartilhado pouco as minhas experiências. Sei que o blog colabora muito com isso. Mas, queria muito criar o canal de uma vez por todas, para poder compartilhar muito mais.
  • Desde que me mudei, minhas coleções estão um caos. Uma pena. Ou não. Talvez, seja a hora de desapegar um pouco. Mas, não posso negar que adquirir um novo sapato, um novo óculos, uma nova caneca, e um novo cartão postal, me deixa estonteante.
  • Minha vida está entrando nos eixos novamente. Preciso melhorar minha saúde, que está meio decadente. Isso me deixa muito triste.
  • Não tenho cantado muito. Sou tímida. Preciso vencer isso.
  • No início do ano, estava super em dia com meus filmes e séries. Voltei para a estaca zero. Estou meio frustrada por isso.
  • Não posso reclamar do não recebimento de elogios. Mas, estou oferecendo pouco. Tenho feito pouco. Sei que posso ser muito melhor do que tenho sido; para amigos, pai, mãe, irmão… Espero melhorar.
  • Desde que mudei para Mogi das Cruzes, não tenho visto as pessoas que amo com frequência. Uma parte desse tempo, foi escolha minha. Porém, a distância não tem colaborado muito com os nossos encontros.
  • Muita gente acha isso estranho, mas estar só, me deixa contente. Consigo meditar, consigo ler, consigo cantar, consigo organizar minhas coisas, consigo refletir sobre assuntos que têm sido recorrentes em meus dias… Gosto muito de estar só, de vez em quando. Diga-se de passagem, que isso é algo que tenho conseguido.
  • Tenho agradecido pouco, reclamado demais. Não gosto disso. Isso é -de longe- uma das coisas mais tristes que tenho a dizer sobre mim. Afinal, sou dessas que acredita piamente de que quanto mais a gente agradece, mais coisas boas acontecem.

Conclusão: Há muitas coisas que me trazem felicidade, e simplesmente, não tenho executado por procrastinação, receio, preguiça, inversão de prioridade. Agora que já sei o que é, pretendo criar estratégias para aplicá-las novamente em minha rotina, e assim, sentir-me cada vez mais contente.

E você? Como ficariam suas duas listas? Que tal montar as suas também? Faça um comparativo entre as duas, e depois disso, tente conciliá-las. Trabalhe sua mente para o contentamento com o seu presente, e acredite que você pode SIM tornar as duas listas, uma só.


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Eu nasci assim, cresci assim e vou morrer assim?

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Sempre fui o tipo que “deu a cara aos tapas”. E confesso: Achava isso bacana. Achava autêntico. Achava que ser “Boca dura, boca grande”, fazia parte de minha personalidade. Achava que isso me tornava ainda mais verdadeira. Afinal, “eu falo mesmo! Falo na cara!”. Daí aprendi que ser honesta, sincera e ser alguém de verdade, não significa que eu deva ser insensível, indelicada, insensata. Vestia-me daquela típica vestimenta arrogante, de “Gabriela” (me perdoem as Gabrielas, pela referência): “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”.

Daí, vem o tempo. E com ele, as circunstâncias. Elas vêm e nos contorna, pra que a gente e aí, a gente se torna quem realmente é. A gente amadurece. A gente cresce. A gente entende que o tempo é fundamental. A gente entende que somos nós mesmos, quem cria a nossa própria realidade. A gente se conscientiza que, nós somos os principais responsáveis. E que a vida passa depressa, e como um sopro. A gente aprende que aquela pessoa que fomos ontem, já não somos mais no instante “agora”. A gente aprende que só existe o agora.

A grande verdade, é que a gente acaba provando o verdadeiro caos, a desordem, a destruição, a desconstrução; e acabamos descobrindo que não existe nada melhor do que ESTAR EM PAZ. E estar em paz, vai muito além de frases clichês, de textos nas redes sociais, de imagens bonitas abraçando uma árvore. O “estar em paz” é algo que acontece dentro de nós mesmos, independente de como estão as coisas estejam do lado de fora.


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